quarta-feira, 2 de outubro de 2019

2019- O Convívio do Batalhão

Camaradas da 2504:
Conforme “anunciei” na última postagem,
Estava previsto um Convívio da rapaziada, a nível do Batalhão.

E acrescentei mais:
Se por acaso Eu não estiver presente, contar-me-ás
O que passou-se
Assim sendo:

Em 1º lugar: Quero desde já agradecer ao meu Camarada e Amigo João Merca, a insistência para me convencer a fazer parte do grupo excursionista.

Como Lhe esclareci: Na semana anterior também em Anadia, ocorria o
(33° Convívio dos Furriéis, da Companhia 2504)
E como previsto, seguia em frente rumo a Vila Nova de Famalicão,
para umas merecidas férias. Só que estas não valeram.

Talvez fruto de alguma praga rogada por alguém, cravou-se uma dor na coluna que me arrumou por dias. Graças a esta, vi-me forçado a dar um giro à Póvoa do Varzim e a Ponte de Lima. Felizmente já se foi e não deixou saudades.
É caso para dizer que se eu não tivesse coluna vertebral como alguns,
Tal não me teria acontecido.

Em 2º lugar: fico feliz por saber que este Amigo das Operações Especiais conseguiu “levar a carta a Garcia” ao incentivar/concretizar o que há muito planeava.
Realizar o Convívio dos 50 Anos, a nível do Batalhão.

Pelo que sei "com partida de Lisboa" para lá e mais ainda para cá, a viagem (no pequeno autocarro que contrataram) foi super-divertida, onde reinou a boa disposição, coisa que não me admira, dado que conheço mais ou menos bem alguns dos  passageiros.

************
Também quero agradecer ao nosso Camarada Aguiar, o empenho uma vez mais demonstrado, ao mobilizar num ápice as tropas da 2504 para esse evento através de cartas, e-mails, telefonemas e afins.
Desde logo deu-me a conhecer as presenças confirmadas, que de imediato enviei aos Camaradas Merca e Medroa. Posteriormente falamos mais vezes, na tentativa de actualizar a quantidade dos inscritos.

Eficaz como sempre, dois dias após o Convívio recebi o “feedback”

(Registo de presenças da 2504 no encontro do Batalhão)




Encontro a nível de Batalhão, aos 21.09.2019  
(CCAÇ 2504)

Realizou-se na Anadia, no Restaurante D. Sancho, um encontro dos ex-militares das companhias CCS, 2504, 2505 e 2506, pertencentes ao Batalhão 2872.
Foram enviadas cartas convites aos companheiros habituais da Companhia, por email e correio via CTT.
Dos contatados, informaram que não iriam estar presentes, por razões particulares, Aurélio Costa, Espiguinha, Figueiredo, João Campos, Lamego, Miguel Pereira, Ramalhete e Conde e Silva.
Estiveram presentes neste almoço, José Aguiar, Manuel Martins, João Ribeiro, Manuel Pastaneira, Pedro Patrício e Jorge Severino. Deste grupo estiveram também as respetivas esposas dos primeiros cinco, totalizando 11 presenças.
Cada representante da Companhia, fez no final uma breve alocução através de micro, expressando o interesse destes encontros, as recordações e agradecimentos pela iniciativa de que fizeram parte o ex. furriel João Merca e Pinto Ferreira da 2505 e da CCS respetivamente.
Por não ter havido um momento para expressar a confirmação de cada presença por assinatura, vai figurar no nosso livro Registo de presenças o presente texto.
José Aguiar.

Mas deixemo-nos de divagações…

Ora como aqui se lê, também o Amigo Aguiar "um dos nossos Condutores"
em representação da Companhia, fez uma breve alocução aos microfones.

Talvez por não estarmos habituados, dado que nos nossos Convívios tal equipamento não se usa.
”Numa de procuro e não te encontro, pelo que já vi divulgado”,
O nosso pessoal ou foi de camuflado, ou por artes mágicas ficou transparente.


Pelo que sei do que Passou-se, a certa altura a nitidez da aparelhagem sonora deixou muito a desejar.
Segundo dizem, quando tudo corria em modo UFP (União das Forças em Presença), numa de “espelho meu/espelho meu, apesar da contestação imediata” foram confrontados com a qualidade de som HiFi a baixar drasticamente, para um ruído ensurdecedor de cana rachada.

Há quem diga até que, “após estes 50 anos” lhe pareceu ouvir algo a respeito de quem foi a melhor "barra" maior Companhia do Batalhão.

Um pouco confusos com o rumo da conversa, parece que ainda ouviram bem ao longe, o extemporâneo rebentar de uma mina ou granada, lançada pelo superdotado. Acabaram por ficar com os tímpanos a arder com mais esta façanha.

(De imediato "dizem-me", alguns se lembraram do Jorge Palma, na canção: Deixa-me rir)

Ora aquí está um problema muito grave e importantíssimo, que ao longo dos anos não me deixa dormir.

Passo as noites em claro, porque ainda hoje Eu não sei quem ganhou a taça, nem tãopouco os lugares no pódio.
Se os dos lenços azulados que é o caso da 504, se os amarelo torrados da 505, se a CCS ou os treinados por forças espaciais etecetera e tais.

Ainda bem “digo Eu” que o lema do nosso Batalhão era (Conquistando os corações se vence a luta) pois se fosse Unidos Venceremos, pelos vistos no final do Convívio, estava tudo morto.

Por falar em explosivos, como aqui já contei no Blogue,
Tal como não entregávamos todos os dias as munições no armeiro para no dia seguinte as ir buscar, também Eu algumas vezes “por questões de segurança” dormi com os explosivos debaixo da minha cama. Durante um curso de Minas e Armadilhas até, ministrado no A.E.A. (Agrupamento de Engenharia de Angola) em Luanda, só não dormi em cima de minas, porque no trabalho não se dorme.

Recordo que num dos nossos Convívios quando falávamos deste tema, alguém disse com alguma graça: Furriel, excluindo os Operacionais das Companhias, existia outros que só tiveram a vida em risco, dada a grande proximidade das minas, dos diamantes na África do Sul.
Por lá muitos morreram e morrem, só no simples passar da revista.

Quanto a isto e tudo o resto, sabendo-se que “cada um mijou com a sua”,
desde há muito opto pelo:

( Leva lá a biciclete )

Prestando bem atenção do que Passou-se e ao que já foi divulgado, sobressai uma foto.
Nessa, na zona central "numa espécie de triângulo”, aparecem em destaque três Camaradas de referência.

Na base, no lado esquerdo: o então Major Cepeda (que conheci e me conheceu bem, dada a proximidade de meses a fio, da 2504 com a CCS).
(Era também um dos visitantes assíduos da nossa Rádio POP)

Aqui "o Estado Maior", assistindo a mais um espectáculo, onde o Conjunto POP da 2504 uma vez mais actuava.
Na primeira fila, o então Major Cepeda “que no momento” estava atento ao pessoal lá de trás.

Também nesta foto e entre muitos, dois Vagomestres impávidos e serenos. Os Furriéis Almeida da CCS e o Machado da 2504 “cigarrando despreocupado”, enquanto que (pelo que agora se sabe) alguém lá bem longe, lutava com denodo.
Imagino os turras fugindo a gritar: Xi Patrão, é purrada de criar bixo.

Como não queremos que lhes falte nada, deve ter sido por isso, que foi necessário “durante meses” um pelotão da Minha Companhia (2504), os terem ido ajudar.
Mas, dizia Eu. Na foto e no lado direito; o Médico Ribeiro da Cunha, que me conheceu por fora e por dentro “pois foi Ele que no Hospital do Luso me operou, colocando-me 2 parafusos no braço esquerdo” que ainda hoje não me largam a braguilha. Se mais não fosse, falamos diversas vezes nas posteriores consultas. 



É caso para dizer:
“Ao contrário de muitos, Eu até tenho, dois parafusos a mais”

E finalmente no vértice superior do triângulo imaginário,

Um Camarada de Arraiolos, o Atirador da 2504 Manuel José Pastaneira, que “talvez por descuido” lá aparece na foto, e à civil.

Pronto.
(Acabas assim Camarada, de ficar quase a par*, do que Passou-se)

Quase a par *com asterisco*, porque faltaria contar mais.
Entra outras, vou manter o stand-by, quanto ao que, incompreensivelmente e “não tendo nada a ver com o assunto”, em vez de censurar a atitude de um mentiroso parece querer implicar comigo, e defender o indefensável com unhas e dentes.
Que eu saiba, desta vez fez duas tentativas frustradas, insistindo em se meter onde não é chamado. Fico sem saber, qual é a ideia.

Porque Sei do que falo, e sem mais comentários, eis alguns slides meus, que ilustram em parte, esta postagem:

























No que a nós diz respeito: a 2504 só andou brincando, a fazer buracos na areia








As minas e consequências.







Acima à esquerda: nos primeiros dias, A minha primeira intervenção, neutralizando algumas granadas de morteiro e de bazuca.
Do meu pelotão, à direita e em destaque, O falecido 1º Cabo Mourão "no meu rebenta-minas", e que nos últimos dias da comissão, foi vítima de uma.

Resta ainda a foto abaixo, que eu desconhecia.











O Vagomestre Furriel Machado ofereceu-me esta, neste último Convívio dos Furriéis.

Trocamos impressões e não descobrimos onde foi tirada.
Alguém disse que deve ter sido tirada logo no início, dado parecer que Eu uso um camuflado quase novo. Concordo e discordo. Porque quando estávamos no Dange (como deves ter lido numa postagem anterior) ao chegar a Quibaxe, a “minha lavadeira” um dia disse-me:

(Meu furiel, tás fudido. Loubalam a loupa toda)
E por causa disso, tive de comprar alguma nova.

Repara e sugere tu, onde esta foi tirada.

Não reconheço as instalações, mas reconheço que é uma pose de dois Amigos, que têm bastante em comum.
“Ambos os dois” de pêra e bigode e de mãos nos bolsos, também pertenceram à fundação da RÁDIO POP e além da amizade que nos une, pelo que contou, tal como Eu de culinária, não pesca patavina. Safamo-nos nuns ovos estrelados e pouco mais.
Com Furriéis assim, é caso para a Companhia dizer: Pôrra, cazar o nosso.


Uma última nota: Não queria estar na pele dos Camaradas Operacionais que se deslocaram a este convívio, acompanhados das Esposas.
Imagino-os agora, a serem repreendidos por Elas, por terem acreditado ao longo dos anos, que era graças aos operacionais que o inimigo nos tinha algum respeito. Que a coisa não era pêra-doce.

A acreditar nas estórias escritas num 1º volume, e ouvindo na 1ª pessoa tais façanhas, dirão.
Pôrra, afinal És um mentiroso.
Acabo de descobrir, que qualquer um do arame-farpado fez o que fizeste, e muito mais. Para castigo: Hoje dormes no tapete.


Cá por mim, de uma coisa tenho a certeza, como já escrevi várias vezes.

Nós os da 2504, limitamo-nos a cumprir fielmente, a missão que nos foi confiada.
Todo o resto é folclore, ou conversa p’ra boi dormir.

Com um orgulho desmedido por sermos da 2504,
dou concluída esta postagem, por agora.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

2019- Jornal da Caserna.



CAMARADAS
Terminadas algumas correções na postagem anterior,
Onde incluí um pequeno filme.
Mudo de página.


As Notícias deste Jornal da Caserna vão em 1º lugar, para o novo
HECTOPIEZE-BAR (II)
no BARREIRO

Porque não é a grande prioridade, este vai sendo feito devagar "e não, Devagarinho”, mas como os trabalhos foram interrompidos, com nova ida ao
BAIXATOLA’s-BAR

Ainda não sei, quando será a inauguração.
(Mas,Tás Convidado)

Em 2º lugar- Tal como já aconteceu no CONVÍVIO DA NOSSA COMPANHIA
“realizado este ano em Fátima”
Onde aproveitei a deslocação, para fazer uma directa a 
Vila Nova de Famalicão.

Também tenho previsto fazer o mesmo,
No meu próximo
CONVÍVIO dos FURRIÉIS da 2504

Que será o 33°, e desta vez é organizado pelo Furriel Rebelo, no dia 14 de Setembro, na
 Malaposta - Anadia.
*****
Na Malaposta e num Restaurante de referência, em honra do inesquecível
CARLOS ALBERTO M. de CARVALHO
Furriel Mecânico
(Barriga d’óleo, p'rós Amigos)

 Foi este nosso Amigo de Sangalhos “que infelizmente tão cedo nos deixou”, quem escolheu o Local e este Restaurante, para “após a peluda” reunir os Camaradas pela 1ª vez.
Mal sabia Ele, que dava assim início a uma linda sequência ininterrupta,
destes nossos encontros anuais.

O 32º Convívio “o do ano passado” calhou-me em sorte,
e terminou óbviamente, no meu
BAIXATOLA-BAR


 
Como acima referido
Porque provavelmente estarei em Famalicão numas merecidas férias,

Pondero sériamente a minha presença
no
CONVÍVIO DO BATALHÃO

Que está agendado para a semana seguinte no
dia 21 de Setembro, no Restaurante (O Sancho) também na Anadia.


A juntar a isso, e não tendo a agilidade de outrora,
Também não quero estar sujeito a cair, ao tropeçar no nariz de algum Pinóquio
de 4 letras, que esteja presente.

Por saber que “quando menos se espera” existe gente sem vergonha, capaz das maiores atoardas.
Imagino pois, que: Quem não tem pejo em mentir tão deslavada-mente, também não terá vergonha na cara.
E com a maior cara de pau “armado em cretino”, poderá Aparecer.

De consciência tranquila e por pensar nisso, não me quero cruzar ou indispor, ou até satisfazer a vontade, sujando as mãos com alguém, que jamais perdoarei.

Só de pensar na credibilidade das estórias contadas num certo “livro”,
me dá vontade de rir.

Esperançado que acordem,
Lamento os que o seguem “de palas nos olhos”.

Como diz o ditado:
Vozes de burro, não chegam ao céu


Que me desculpem os Camaradas da minha e das outras Companhias, que gostam de mim e da minha presença, que me aconselham
Vai e Ignora-o(s)
Mas confesso: Não tenho estômago para tal.

(Quem não se sente, não é filho de boa gente)
E porque tenho grande orgulho nos meus…
IREI PONDERAR.
(Não esquecendo que, até ao lavar dos cestos, é vindima)

Não tendo problema algum em o dizer, mas por pensar que a grande maioria sabe ao que me refiro, acho desnecessário “neste momento”, dar o(s) nome(s) ao(s) boi(s).


Se por acaso Eu não estiver presente, contar-me-ás, o que passou-se.
“Lembra-te”
Há vezes, que mais vale estar só, do que mal acompanhado.

Para  honrar o combinado no último Convívio no Guisado,

Aguardava a certeza do dia e local,
deste
CONVÍVIO DO BATALHÃO

Para que a nossa organizada secretaria-geral da 2504
(liderada pelo Camarada José Aguiar “que guiava um Unimog”)
Começasse a contactar o nosso pessoal.

E porque não brincamos em serviço
(É coisa que já aconteceu, como se confirma)
Em 3º e último lugar: - Lembro-te que já está marcado o nosso:
28º CONVÍVIO DA COMPANHIA 2504

Será no dia 2 de Maio de 2020, no Hotel Santo Amaro em Fátima.

(Termina assim e por agora, este Jornal da Caserna)

quinta-feira, 4 de julho de 2019

2019 - Idem idem, Aspas aspas.

CAMARADAS

Ocorreu no passado dia 24/06/2019,
mais um Convívio da rapaziada.

A necessidade da sã convivência, com a nova vinda “ao puto” do Furriel Fernando Santos, foram pretextos mais que suficientes para que tal acontecimento não esperasse pela fatídica, 4ª Fase.


Como já estava previsto, viajamos até ao concelho das Calda da Rainha, mais precisamente
ao Restaurante Típico Solar dos Amigos, no GUISADO.


Mais perto da cozinha
e porque nãos somos burros
(escolhemos a Sala do Cavalo)



Amplamente divulgado, estiveram presentes uma vez mais, Os Melhores.

Camaradas das Companhias
 2504, 2505 e CCS.

 No Restaurante, ao contrário dos que por vezes travam fortes lutas para estraçalhar calejados bifes da testa do boi “ rijos como cornos”; Cá a rapaziada já conhecedora da casa, "mesmo precavendo alguma debilidade no corta-palha de algum" não se preocupou. Sabíamos de antemão que a luta seria pacífica, dada a boa qualidade dos produtos oferecidos.

Ao “1º Round”, logo após a ingestão das soberbas entradas
fiquei quase arrumado.

Mas com receio de bocas como a de
(quem não é p’ra comer, não é p’ra trabalhar)
Ganhei coragem e juntei-me ao grosso da coluna.

Aconselhados pela simpática empregada, optamos pelos dois pratos sugeridos.

Fizemos então uma vaquinha, composta pelas Tibornas de Bacalhau seguidas dos
super-tenros Cascos à Ribatejo.


Poucos “mas Bons” divertimo-nos à grande, esquecendo por horas a merda deste país de vígaros e corruptos.

Lembrando que fomos  surpreendidos “da primeira vez” com a oferta a cada, de uma garrafa de licor “made in house”, saímos desta “à excepção dum camarada coleccionador de chávenas” de mãos a abanar, no entanto,
Empanturrados.


Já no exterior as tropas prolongaram o CONVÍVIO, esperançados que só em breve, voltaríamos a entrar neste Restaurante.


Os largos minutos  foram passando, e como as conversas são como as cerejas, secaram-se as gargantas, dando origem a um retorno forçado.

Quase em bicha de pirilau devido ao trânsito, voltamos atrás no intuito de refrigerar a máquina, ao ingerir uma águinha normal ou das pedras.

Longe estavamos de adivinhar, que a poucos metros íamos sofrer uma "emboscada" cujo inimigo, afinal, era Amigo.

Em segundos, estavamos no interior da sua Adega.

Conhecemos assim alguém que, “como confessou”, era sobejamente conhecido nas redondezas, bem como pelo FBI, lá prás bandas das américas.
Um grande admirador do Donald Trump bem visível no seu vistoso boné, assim como numa grande tarja, suspensa na dita.

(Em 1º plano “o Dono”, e ao fundo; o Campos colhendo um precioso néctar)

Habituado a ver alguns cartazes anunciando espectáculos de tauromaquia, fiquei “impressionado“ com a envergadura dos que o Camarada ostentava na adega. Penso que as dimensões da grande maioria, devia rondar os 2,3, ou até 4 metros, de largura (para não dizer, mais).

*******
Reparamos que o amigo do Pinto Ferreira "talvez porque a nossa guerra não lhe dissesse muito" se foi sentar no carro, para meditar.
E deu para confirmar que a meditação era bem profunda, pelo ruído que produzia.

Entregue ao Morfeu, quando parecia que Este perdera a vitalidade,
“Eis senão quando” acorda p’rá vida, retomando com uma  energia, só igualada pelo
Dono da Adega.

Foi uma delícia ouvir o anfitrião contar estórias da sua infância, ou das vivências por terras Americanas, mas aquelas do médico e a do copofónico ininterrupto.
“Foram de partir o côco”


Fazendo lembrar a máxima:
Sou reformado, nada m’importa, quem vem atrás que feche a porta.

Entregou-nos alguns copos, dizendo… DESENRASQUEM-SE.
Chegou a hora de serem vocês “os mais novos”, a trabalhar.

“ Empanturrados, conforme acima se disse, ninguém quis comer nada “

Quanto ao beber, por causa da temperatura e da conversa,
a coisa fiava mais fino.

O Furriel Campos entre outros “tal como se vê nas imagens” não se fez rogado.
Convidado e de copo na mão, dirigiu-se aos reservatórios de inox.

Um-dó-li-tá, escolheu um, espichando-o de seguida.



Só por ser um copo pequeno, é que não podemos dizer,
Foi apanhado em flagrante De Litro



Por seu turno, o Merca lamentava não poder beber à vontade, dado que era um dos “chauffeures” de serviço.
(Nascera p’ra sofrer)

Curioso, perguntei ao “Anfitrião” o porquê do Restaurante ter uma decoração toda ela virada para a tauromaquia. e Explicou: Desde pequenino, fui obrigado pelo meu Pai e pelo Avô, a segui-los nas lides diárias, onde o fado e os touros coabitavam lado a lado.
Ao lermos a história do Restaurante, parece-nos que afinal, juntou o útil ao agradável.

Terminada a aprazível conversa na Adega, entramos no Restaurante poisando noutra sala, para beber a tal águinha.


Mas o raio da água mais parecia ser destilada; Incolor, inodora e insípida.
Insatisfeitos e sequiosos, esta foi acompanhada com alguns copos de tinto, e para os mais gulosos, uns doces e alguns gelados.


Na presença da patroa “Dona LUÍSA”, entabulamos uma pequena conversa com algumas empregadas, chegando-se à conclusão, que as empregadas eram muito bem empregues.

*********
Antes do Destroçar

Reparamos na triste figura desta “grandacavalgadura”





De cor branca, provavelmente farto de esperar pelo Príncipe, este Alazão, mais parecendo um “copinho de leite” enfrascou-se.

Segue-se este Meu pequeno FILME,
a acrescentar ao que o Fernando Santos já editou.

Aproveitando a “força” dos presentes, o Camarada Merca retomou a conversa iniciada no Restaurante “Associação dos Fuzileiros” no Barreiro, falando do
Convívio a nível de Batalhão, comemorativo dos 50 anos

Ficou assente que será aberto a todo o mundo incluindo a família, e “salvo algum impedimento” ocorrerá no dia 21 Setembro, no Restaurante “O Sancho" em Anadia, com valor "per cápita" a rondar os 23€, cujo prato principal será o Leitão.

Portanto “CAMARADA DO BATALHAO 2872”, ficas desde já convocado para este Convívio. Aparece em força, "traz

sábado, 1 de junho de 2019

2019- 27º CONVÍVIO da Companhia 2504

CAMARADAS

Tendo em conta a nossa provecta idade, e por acreditar no provérbio
“A Velhice é a segunda Meninice”.
É que hoje no “Dia da Criança”, torno pública esta postagem, relativa ao nosso

27º CONVÍVIO DA COMPANHIA DE CAÇADORES 2504
Realizado em Fátima, no dia 4 de Maio.

Uma vez mais a exemplar Família 2504 "Pais, Filhos e Netos" se reuniu em Convívio, este tão especial, para celebrar os 50 anos da nossa partida para África.

Para os Pais, aqui vai uma dica: No pequeno filme aqui existente, ouvirás uma gravação já com 50 anos, feita em pleno oceãno no segundo dia da nossa viagem "em directo, ao vivo e a cores" do som ambiente, no convés do UIGE.
1° Espectáculo
do

 Conjunto Musical POP.



Fecha os olhos e imagina-te nessa noite. Tal como Eu no "conhecimidíssimo" diálogo com o furriel Vítor Santos, descobre também onde erraste ou desafinaste, principalmente quando "após algum treino" cantamos o Hino da Nossa Companhia.

Se por acaso és um dos que raramente ou nunca aparece aos Convívios, infelizmente começas a ter pouco tempo para te redimires dessa falha imperdoável.

Preocupado com tudo isso, é que no final do "filme" sugiro que não esperes pela 4ª Fase, pois pode ser tarde demais.

APARECE
(Estás perdoado)
Atenção

Cá o Eu, sou o que ficou sentado entre o Jorge e o Campos, e que uma vez mais nos filmes, quase ou nunca aparece.

CONFIRMA