Apressa-te. Não esperes pelo (Sou Maior e Vacinado). Pelos vistos a coisa vai demorar.
Segue o "exemplo exemplar" dos que já colaboraram connosco.
É o caso dos Camaradas da 2504: Manuel Pimenta, Branco da Cruz, José Aguiar, Jorge Baldaia, Carlos Couto, e os Furriéis Chichorro e Vilela, "ambos os dois" da Companhia de Caçadores 1781 do Batalhão 1930, que no final da sua comissão estiveram umas semanas connosco no Grafanil.
A somar aos acima referidos, quero agora acrescentar mais alguém. O nosso Capitão Conde e Silva. É dele o DVD "que alguns já conhecem" que com a sua permissão, agora divulgo.
"Porque já o fiz, e sei do que falo"
Quero realçar o trabalho da REALIZAÇÃO, pela "paciência que tiveram" para obter os efeitos de movimento a partir das fotografias "estáticas", bem como o bom gosto na escolha da banda sonora.
Quanto aos (Personagens e intérpretes) irás ter uma agradável surpresa.
Há excepção dos "dois pequenos guerreiros", conheceste todo o elenco.
+++++++
Se me permitem, puxando um pouco a braza à sardinha.
Sobressai no início e no fim do filme, o trabalho conjunto da nossa rapaziada. Basta ouvir o sincronismo nos Hinos do Batalhão e da Companhia 2504 "respectivamente", bem como no (Conjunto POP), os sons inconfundíveis do baixo do Daniel Tacão Monteiro, os solos do Carlos Couto, o ritmo do Giga Coelho, a bateria do Jorge Severino, o orgão do alferes Vitor e já agora porque não,
No diálogo (Como estás bela Dalila, tu usas tijolofila) as vozes dos
Furriéis Manuel Pimenta e Vítor Santos.
Quando chegares ao final, concluirás que o nosso lema (Conquistando os Corações se Vence a Luta) nos assenta que nem uma luva.
CAMARADAS Fez ontem (dia 8 de Maio) exactamente 51 anos que embarcamos para o desconhecido.
Partimos apreensivos ignorando o que a sorte nos reservava, e Eu cá no íntimo, "rezava" para que não nos calhasse a Guiné.
Durante os 13 dias de viagem ao contrário do que alguns iluminados afirmam,
o destino Angola só foi conhecido quase no fim.
Os que souberam antes, ou eram bruxos ou filhos dalgum Pide, ou na pior das hipóteses, dormiam com o Chefe.
Das coisas que mais me sensibilizou durante a viagem, foi a diferença abismal no tratamento das tropas. Enquanto que os Oficiais e Sargentos dormiam em camarotes, tinham refeições com cardápio do bom e do melhor com fundo musical até, anunciadas através de gongue.
As restantes tropas eram tratadas em regime Tudo ao molho e fé em Deus.
Quando me abeirava das tampas semi-abertas dos porões e via as péssimas condições de transporte do pessoal lá no fundo, não digo que ficava de coração partido, mas no mínimo consternado.
Impotente para alterar o que quer que fosse, quando me calhou a vez de estar de Sargento de Dia, ouvindo as queixas do pessoal reclamei até mais não com os elementos da tripulação que traziam a escassa comida e bebida. Dessa vez "tenho a certeza" não houve quem não ficasse de barriguinha cheia nem sequioso que não saísse satisfeito.
Chegados a terra firme;
Acabaram-se as mordomias
Na viagem, como tristezas não pagam dívidas, ao terceiro "e mais dias" a nossa Companhia 2504 apressou-se a desanuviar o ambiente, através das actuações do recém formado "Conjunto POP" designação que mais tarde, deu origem aos nomes BATALHÃO POP e RÁDIO POP
Se por acaso Eu tivesse esquecido a data desta efeméride, Ontem no próprio dia, num SMS trocado com o nosso 1º Cabo Isidro Catarino Nunes, li a pergunta: Sabes que dia é Hoje?
Na viagem de regresso, a mesma discriminação
Confuso por veres que estou a ser servido através de garrafa?
O enigma está esclarecido neste Blogue, há bué de tempo.
No que respeita à Guerra, este Catarino Nunes é cá p'ra mim uma autêntica Enciclopédia.
Hoje em dia Confinado e "Gadelhudo", sinto grandes saudades do nosso Camarada Riga
Ainda recordo o seu sorriso malandro, quando "bem atestado" me dizia: Meu Furriel, hoje é que me apetecia cortar-lhe o cabelo!...
Está a chegar o dia das amêndoas. Só que desta vez as ditas, viraram Favas.
Era exactamente para esse lugar, que gostaria de mandar este malvado vírus.
Resta-nos a consolação que "como escreveu o nosso Camarada Furriel Vitor Santos num sms que me enviou" este fdp não vai conseguir acabar com as nossas amizades. ********* Está a fazer um ano, que dei um giro até ao meu BAIXATOLA - BAR em Famalicão, onde vivi uma vez mais a tradicional azáfama da Páscoa de engalanar as ruas para receber o "Compasso". Embora tendo vivido no Norte vários anos, talvez por ser filho de Alentejanos, nunca vivi estes dias com o "fervor" daquelas gentes.
Por falar em "Fervor"; veja-se imagens destes inconscientes, captadas na zona de Barcelos, no dia de hoje "Dia de Páscoa".
**** Para mim, talvez devido ao meu passado, recordo mais o Compasso como um instrumento de trabalho na altura que fui Desenhador, tal como os Rebitógrafos, Tira-linhas, Transferidores, Réguas e Esquadros.
Desses tempos, "ainda guardo religiosamente" o meu Compasso Kern, a minha Régua da cálculo Ariston, o Paquímetro Mauser, a Calculadora Texas-Instruments, etc...e tal
entre muitas outras reliquias. Muitas destas, expostas no Museum tecnológico do BAIXATOLA-BAR
+++ Vila Nova de Famalicão.
Uma Cidade de gente de trabalho, que ainda há pouco foi criticada pelo seu comportamento,
perante o perigo de contágio do Covid-19.
Pelo que sei "fontes fidedignas", aquele trânsito numa das poucas ruas que têm semáforos que foi divulgado pelas televisões,
não se dirigia à feira semanal, (realizada com três ou quatro gatos pingados) mas sim, resultou do impedimento do trânsito em três ruas em simultâneo, com obras de alcatroamento.
********* Ao falar da Páscoa, recordamos sem querer os Coelhinhos
Só que Eu, Recordo de imediato a história do coelho do Furriel Campos em 2014
Infelizmente pelo que "vemos", um miserável e microscópico vírus, vai conseguir
"melhor dizendo, Conseguiu" vencer a tradição anual de uns quantos bravos,
que em Angola enfrentaram o inimigo.
Podíamos fazer o mesmo, só que este inimigo além de miserável é um cobarde.
Um "cobarde", já que não se deixa ver.
E contra cobardes nada feito.
Só os idiotas o subestimam.
Tendo em conta o titulo em epígrafe "O que tem de ser, tem muita força" quer dizer que o nosso
28º Convívio Anual da Companhia 2504
marcado para o dia 2 de Maio de 2020, no hotel Santo Amaro em Fátima,
Passa "em principio" para o ano que vem.
***********
Por falar em Fátima, recordo a máxima:
(FIA-TE NA VIRGEM E NÃO CORRAS)
Melhor dizendo: Não tomes cuidado não, e logo vês o que "nos" acontece.
*******
Se tiveres o azar de ser contaminado, a coisa parece quase controlável.
Senão vejamos:
Tendo em conta o que foi dito pelo 1º ministro, deduzi que os Hospitais estavam prontos para nos tratarem da saúde. Não havia nenhuma falta de material para protecção dos profissionais da saúde.
Uns dias depois contrariando o que foi dito, médicos e enfermeiros
(e já agora digo Eu: também Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica) Queixavam-se da falta dos ditos materiais de protecção "máscaras e luvas".
=========
Espero que actualmente já seja verdade a afirmação do nosso 1°, pois sabemos que é difícil, dado que o problema é mundial
E naquela conferência de imprensa da Directora Nacional da Saúde Graça Freitas e da Ministra Marta Temido
Onde disseram que:
No caso de seres contaminado por este vírus, deves ficar isolado num quarto só para ti,
e não compartilhares a casa de banho com mais ninguém.
O chato, é que não levaram em conta que a grande maioria dos portugueses
residem em casas ou apartamentos T1-T2 e T3 "já para não falar nos Têzero" onde quase sempre só existe, uma única casa de banho.
É por isso, que no dia seguinte aqui no Barreiro
(onde uma grande parte dos habitantes são Alentejanos)
ouvi alguém comentar:
As maganas esqueceram de dizer para plantar afastado da parede, um sobrêro na marquise.
Quando o resto da família precisar:
Vão cagar atrás do chaparro.
"Ironias à parte", não gostaria de estar na pele destes, que têm obrigação de nos transmitir a realidade dos factos a cada momento. Deve ser super-penoso.
****
CAMARADAS VAMOS LUTAR E para isso, basta ficarmos quietinhos, cada um no seu quadrado. Também assim, acabaremos com este maldito vírus.
****** Usando mais um link vindo do Brasil
Onde ao contrário de um presidente cretino, existe gente responsável.
Eis o: (Samba da Quarentena)
Podes cantar, seguindo a letra "abaixo"
LETRA
Samba da Quarentena (part. Gustavo de Medeiros e Henrique Cartaxo)
Luísa Toller
Cada um na sua
Todo mundo em si mesmado
Cada um no seu quadrado
Mas o samba continua
Cada um no mundo
Toda terra entocada
Que só seja infectada
Por um samba vagabundo
E só
Por um segundo
Vou fazer minha serenata
Desse lado da janela
Por alguns dias
Vou conter a batucada
Também quanto a gente zela e vela
Para que toda pessoa dê um jeito
Que não perca seu direito
De encher sua panela
Para qualquer pessoa seja parte
Que se tenha saúde e arte
Pra gozar da vida bela
Realizou-se conforme anunciado “neste Blogue e noutras redes sociais”, mais um Convívio da rapaziada no Restaurante Típico Solar dos Amigos
no
Guisado/Caldas da Rainha.
Como se depreende, pelo que estava escrito na postagem anterior. (Se vens por bem, podes entrar) Este Convívio esteve aberto a todo o mundo.
Se por acaso tiveste conhecimento e não foste, espero que não te venhas a arrepender.
Tendo em conta a nossa idade e a evolução galopante deste Coronavírus, a partir de agora tens de ter um cuidado redobrado com a tua saúde e aproveitar ao máximo estes convívios, como se fossem os últimos.
Inspira-te nesta “Construção” https://www.youtube.com/watch?v=suia_i5dEZc
++
Agora vê este link, e reza para que nada de grave te aconteça.
(Em casa de Ferreiro, espeto de pau)
Presentes no Convívio: Camaradas da 2504, 2505 e CCS.
No que a mim diz respeito…
Fazendo contas à hora tardia do Meu recolher ao vale dos lençóis, com a hora madrugadora do despertar, cheguei à conclusão, que mais-valia ter feito uma directa.
Como sempre para a Rambóia, nem foi necessário o despertador.
Fino como um alho, ia-me cruzando com a Rosa Augusta, que bem-disposta,
se preparava para viver mais um dia especial. Fazíamos 46 anos de casados.
É nosso costume passar uma parte deste dia, com os mais chegados da família.
Mas porque acertei “de bico” na data uns dias antes, hoje foi diferente. Com todo o prazer, desta vez a família foi a Militar.
Éramos para ir no meu carro, mas dado a indisponibilidade desta vez, dos Camaradas
(Furriel Jorge Severino, e do nosso 1º Cabo Isidro Nunes) desisti.
Deduzindo que existiam lugares disponíveis, pedi boleia ao Furriel Merca.
(À saída de casa, o dia estava lindo) Contrastava com o 3 de Março de 1974 em Vila Nova de Gaia/Santa Marinha,
a cerca de 100 metros do Rio Douro, onde estava um frio de rachar.
Imaginando que o parque de estacionamento da Estação dos barcos do Barreiro estaria lotado, Chamei um táxi.
***
Quando íamos embarcar no Catamarã das 8:35, a boa disposição atrás referida desapareceu.
E porquê? (Porque um tacão dos sapatos da Rosa Augusta, se partiu)
Porra kazar… logo no dia de hoje. E agora?
Agora? Agora foi a minha vez de rir. Não esqueci o quanto se riu no dia do meu último aniversário, quando descobrimos que os meus sapatos eram biodegradáveis.
“Toma e Imbrulha!.”
O Barco atracou, e às 9 horas já tínhamos os pés em terra firme. O combinado com o Merca, era estar às 10 horas em frente ao Jardim Zoológico para com o Fernando Santos seguirmos viagem.
Não havia problema. Tínhamos pois quase 1 hora, para comprar outros. Mas a chatice é que descobrimos que as sapatarias só abriam às 10. Telefonei ao Merca.
Porque estava uma temperatura agradável no interior da Estação do Metro do Terreiro do Paço, aguardamos aí o tempo passar.
Puxando pela memória, lembramo-nos que existem duas “Sapatarias” em frente à Estação dos Restauradores.
+
Com a risota deixamos passar a dita e saímos na seguinte. (Estação Avenida)
Hehehehe! Agora é que vão ser elas…
Para cúmulo ao descer com alguma dificuldade a Avenida da Liberdade, começou a chover.
Só não apanhamos uma banhada, porque apareceu uma “ucraniana” a vender guarda-chuvas.
Às 10 menos 10, estávamos de plantão à porta duma sapataria.
Através da montra já fazíamos a escolha.
Cá por mim podiam ser pretos, brancos ou amarelos, azuis às riscas até. A ideia eram sapatos super-rápidos por um dia.
Entramos na hora exacta.
Após a compra, quando descíamos as escadas para a Estação dos Restauradores olhei para o relógio, e vi que… (A Rosa Augusta bateu o Record. Eram 10 horas e 07 minutos)
Ao entrar de novo no Metro, o torniquete fez…Pi Pi Pi. Para não ferver, contei até 10.
Como as bilheteiras estavam fechadas, dirigi-me às 2 máquinas existentes.
Uma estava avariada, e na outra estava uma família de avec’s que não se entendiam.
Para “Lhes” exemplificar carreguei o meu Sete-Colinas, e piramo-nos em “grande vitesse”
Ainda deu para ouvir ao longe… Merci, bó… cú…
Finalmente chegamos ao ponto de encontro. Às 10 e 20. Com 2 sopas de atraso
(GUISADO/Caldas da Rainha)
(Esperando que não tenha sido o último)
À entrada do Restaurante, a dona do estabelecimento procurou-me
para me entregar o pequeno ramo de flores (Uma rosa, para a Rosa)
que Eu telefonicamente e em segredo, no dia anterior encomendara.
Sabendo que é mentira quando Lhe digo:
(Desconfia de mim, quando te ofereço flores,) Entreguei-o à homenageada
Ainda sem grandes restrições por causa do coronavírus,
Após os Abraços e Beijinhos
Abriram-se as hostilidades.
Num ambiente de franqueza e amizade, o Convívio decorreu às mil-maravilhas.
Sobressaíram uma vez mais, histórias de peripécias inesquecíveis.
Éramos 21. Da nossa Companhia de Caçadores 2504 além de mim e do Campos
(que apareceu "de novo" com agrafos* na mona) estiveram presentes pela 1ª vez neste Convívio,
o Camarada Aguiar e sua Esposa, e a minha Rosa Augusta
que conheceu finalmente aquele a quem costumo telefonar todas as vezes que passo ao lado de Coimbra na A1,
nas minhas viagens Barreiro/BAIXATOLA.BAR e vice-versa.
É mais um Bombista, como “em linguagem bélica”
o Merca nos trata.
O Simões foi meu colega, no Curso de Minas e Armadilhas. Trocamos impressões, e ficamos de consciência tranquila. Não temos nada a ver com o Roubo de Tancos. Quando de lá saímos, fechamos com duas voltas, as portas dos paióis
No regresso, nada de extraordinário a mencionar. Além de ter-mos ido às Caldas da Rainha
“Não para comprar o óbvio” mas para visitar o antigo Regimento de Infantaria 5.
O Fernando Santos arriscou ser preso, quando após a porta d’armas,
“Armado em Paparazzi” empunhou a sua máquina fotográfica.
(Abaixo, um pequeno filme)
Na viagem, lembrando a música do Herman José (Amanhã faço dieta)
(*)- O Amigo Campos cada vez que tem obras lá em casa, acha-se ainda um Operações Especiais. Deve ser por isso que "armado em suicida" não se desvia do perigo. “E mais não disse”