segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

2019 - Balanço do Ano

CAMARADAS
É já tradição nos finais do mês de Dezembro, os órgãos de informação fazerem uma súmula daquilo que teve mais destaque, no Ano corrente.

Ora como o Nosso Blogue é considerado por muitos, um precioso “para não dizer excelente” Orgão de Informação, não podíamos fugir à regra.
 
Assim sendo, aqui vão 2 destaques:

Escrevi numa postagem que fui apanhado de surpresa, quando descobri que o nosso Blogue tinha atingido “ultrapassado até” as
100 mil visualizações.

Não resistindo, fui espreitar a estatística desse mês


Confirmei com satisfação uma vez mais, que somos mais do que vistos por cá, 
mais ainda, Internacionalmente.

Como gestor do Blogue, quero dizer aos nossos Leitores;
“Obrigado pela preferência”

Já que aqui não existe a possibilidade de dar uns “laiks”, o que posso pedir,
é que divulguem a todo o mundo militar que nós existimos.

Mas não posso embandeirar-me em arco,
com a agradável constatação referida,

uma vez que:

Existe uma notícia bem mais desagradável.


Lamentávelmente nem tudo são rosas.
Saiba o Leitor de algo que Eu não sabia.

Eu sou um Abusador.
+++

Sinceramente não sabia mas vim a descobrir, quando alguém escreveu
“Para uns quantos”
Aquilo que Eu agora divulgo a centenas ou milhares, porque acho uma injustiça que fossem só três ou quatro a saber.

*\/*
Numa de “QUEM TE VIU E QUEM TE VÊ”, vou contar a história.

Era uma vez alguém, que desceu miserávelmente na minha consideração.

Aldrabão e mentiroso o quanto-baste, um dia esquecendo “propositadamente” o meu nome, chamou-me hóspede.
E azar dos azares. É agora o “Hóspede” que esqueceu o nome do amnésico.

Com nome de um veículo com 2 rodas, não o posso chamar carrinho de mão, porque só tem uma. Chamemos-lhe então, LAMBRETA.


 
Acabado o intróito, passemos aos factos.

Andava Eu à procura do mail que enviei para reclamar um pequeno defeito no fornecimento do portão com porta do futuro Hectopieze BAR II quando descobri o que enviei ao Camarada Furriel Glória da 2506, por causa desse Lambreta.

Li e reli, e jamais esquecerei os Copys/Pastes que enviei. Para ficarem bem visíveis, realcei-os a amarelo.
+++++
Só de pensar na desfaçatez desta Lambreta, me revolta.

Na altura no facebook, “coisa que não tenho nem quero” enviou para o seu reduzido grupo baseado numa História real que contei, uma extraordinária MENTIRA.

Sem os Copy/Past ou até os Print’s guardados, para rápido entendimento,
Eu resumo:

No leste de Angola, após o meu acidente perto do Lucusse na picada Luso-Gago Coutinho que ocorreu uns dias antes do Natal de 1970, fui evacuado de urgência numa avioneta “Dornier” para o Hospital do Luso.


Ultrapassando peripécias “já aqui descritas no Blogue” continuo resumindo:
Três dias após ser operado aos braços, um grupo de Amigos da 2506 (pelos vistos menos um), convidaram-me a ir viver com Eles na vivenda que alugaram,
O tempo que fosse necessário.

(Um gesto que Grato, Jamais esquecerei)

Agradecido aceitei, e Os meses foram passando...




A Vivenda e os dois “empregados”, inexcedíveis na ajuda, a quem muito devo.

Certo dia “após a retirada do gesso” em mais uma consulta no Hospital,
o Médico verificou que a minha queixa tinha toda a razão de ser.
Era pouca ou quase nenhuma, o resultado da fisioterapia ali ministrada.

Já farto, queixei-me, e exigi ser tratado em condições.

O dito embora renitente, aceitou a minha sugestão, e finalmente enviou-me para
o

Centro de Reabilitação de Luanda.



Na posse da guia de marcha, com tudo saldado (menos a dívida da gratidão sentida) despedi-me dos Camaradas.

Como a coisa estava ainda muito “fresca”, foi exactamente o marafado Glória que num gesto de Camaradagem/Amizade 
me ajudou a levar as malas para o aeroporto e avião.

Mas, tal como está escrito no final da postagem do “link abaixo”, já sentado no momento da partida, surgiram duas Freiras que acompanhadas de um tripulante pediram “a Mim e ao colega do lado” para trocarmos de voo. Meio contrariado abri o cinto de segurança e novamente em terra firme, disse-lhes Adeus.

Apeado, lá tivemos de dar o dito pelo não dito, e voltamos à estaca zero.

Uma semana depois repetimos o gesto.

De novo despedi-me da rapaziada, e finalmente levantei voo no dia 8 de Março de 1971, como podes confirmar no documento abaixo, que foi passado já no Hospital Militar de Luanda, no próprio dia.
e ler, carregando no link.

Ora o Lambreta “apesar de daltónico” quis dar um certo colorido à História.

Cagando a pintura, alterou o motivo da minha saída, para:

(…) “Abusei da hospitalidade” e por isso, Fui posto na rua.

Tal como fez um dia, quando interpretou à sua maneira
Uma postagem do Blogue da 2505 com diversos anos, onde deturpou o sentido da mesma, alegando que a sua Companhia era "essa sim" a melhor, até porque foi treinada por forças especiais etc e táis.

Uma Nota: Sabendo que ninguém acredita que eram melhores; Este ano "o inconveniente" no Convívio do Batalhão (50 anos depois, apesar da contestação de alguns) voltou de novo à carga, tentando impingir uma vez mais aquela versão.

Camaradas das restantes Companhias

DE UMA VEZ POR TODAS, FAÇAMOS UM ESFORÇO
Acreditemos por favor que a 2506 era muito melhor que Nós, e "porque não até" a sua cozinha possuía 5 estrelas Michelin.

Também o Lambreta, talvez ressabiado pela crítica “Minha, e não só” da incapacidade que tem em honrar a palavra dada, de "escrever no seu Blogue da 2506 preto no branco" que
foi graças ao livro História do Batalhão* (que o Pimenta cedeu) que finalmente encontraram o camarada Nunes
(Infelizmente agora, já falecido)

Carrega no link abaixo e Lê com atenção.
Descobriu no nosso Blogue, a minha postagem com 6 anos (datada de 17 de Fevereiro do ano 2013) onde conto mais uma parte da minha História.

Lê com atenção “por favor” a primeira parte, carregando no link abaixo.



Se já leste, lê agora o que o Lambreta escreveu “maldosamente” para alguns dos seus amigos:
“Copy/Past” (…) Lembro-me até que uma ocasião houve que tivemos que intervir rapidamente porque o Glória, em desespero de causa - mas também talvez um pouco toldado pelo álcool -, encostou uma faca à barriga do “hóspede”. É só falar com ele, Glória, pois ele se deverá lembrar disto.

Especialista em “Dividir pra reinar” o Lambreta agora fez uma investida inglória,
metendo à liça, o Glória.

Em Boa-Hora o fez.

Tenho agora à disposição se quiser, férias no Algarve e sem despesas de alojamento

Matei saudades deste fiel Amigo “que não é bacalhau”, recordamos façanhas, não esquecendo as largas horas de gravação das músicas nos nossos aparelhos de som.
 Uma nota: Por causa da RÁDIO POP da 2504 no Lucusse, ganhei “alguma confiança” com funcionários da Rádio Moxico no Luso, coisa que deu um jeitasso para levar a cabo aquela tarefa.

Tal como Eu, o Glória ainda preserva o seu gravador (vertical) em boa forma.

O Meu “Grunding TK 247 de luxe” (horizontal), bem como quilómetros de fita gravada, estão em Vila Nova de Famalicão no BAIXATOLA’s-BAR, em perfeita saúde como podes constatar por exemplo, no final deste pequeno vídeo, carregando no link:

https://www.youtube.com/watch?v=tZzBWdS-QuY&t=219s


Porque ao Lambreta o tiro lhe saiu pela culatra,

talvez o próximo capítulo seja;
A transcrição (SIC) da  conversa que tive com este saxofonista marafado.

Ora como se lê; Não resistindo começa logo à partida a aldrabar, trocando o punhal da história, por uma faca. Do mal o menos. Como foi chefe dos cozinheiros, dou de barato. Podia ter sido um garfo uma frigideira ou até uma perigosa colher de pau.

*****
Mas melhor seria ter escrito, TIVERAM em vez de TIVEMOS. É que me faz lembrar defacto o Camarada Glória, num lindo diálogo:

Já agora, esta o Glória também pode esclarecer
…. Alguém andava na altura totalmente debilitado, com um bruto “Esquentamento” de caixão à cova. Chegava a ser encontrado por vezes, em conversa íntima com o Senhor, rezando na cama atrapalhado com o tremendo problema que carregava.
++
Recordo o Glória quando uma vez Esse baixou as trusses e Lhe perguntou:
Que achas Glória? Diz-me.

O Glória parecendo muito atento fixando o olhar, ao invés de uma resposta “piedosa” perguntou:
É pá, tu usas sempre cuecas? E a resposta foi; Sim... Porquê?

Ao que o Glória respondeu com o seu habitual humor “desta vez um pouco macabro”

É para não perderes os tomates.
Pelo aspecto, parecem-me que podem cair a qualquer momento.
É óbvio que alguém assim debilitado, estava  incapaz de interferir no que quer que fosse, pois mal se segurava nas canetas. Se não fosse o Nosso Cabo como conto a interferir, hoje o “hóspede” poderia estar morto.

Foi uma história guardada às 7 chaves, que aparece agora,
Porque alguém se pôs a jeito.


O Lambreta, tinha escrito para alguns, que:
Eu abusei da hospitalidade concedida, “quando morei na vivenda com Eles na cidade do Luso”, acabando por me terem posto na rua.

Aqui vemos o requinte de malvadez deste agora cretino, (que jamais perdoarei).

Dá a entender o Lambreta, que é impostor desde há muito. Dá a entender que fez um frete, para me aturar nas largas semanas da minha presença. Deduzo “mas não acredito”, que não houve unanimidade no convite que me fizeram.

Estará a ser honesto no que diz, ou é Ressabianço?

(peut-être)


Sem denotar qualquer arrependimento, mesmo sabendo a merda que fez,
De novo voltou à carga.

(Copy/Past) …Sobre o caso ocorrido no Luso reitero tudo o que afirmei anteriormente, que pode ser comprovado por alguns camaradas…

Como se lê, numa de espelho meu espelho meu perante os mais chegados,
Reitera a mentira inventada.

Eu daqui lanço um repto: Não és omem nem és nada, se não Me apresentares ao menos um “pode ser Meio” desses tais camaradas, que confirmem que fui expulso ou convidado a sair.

Sinceramente às vezes penso qual será a razão para que a "quase" totalidade dos Camaradas da sua Companhia
(quase porque está provado que não são todos),
Não lhe põem um freio, e aos seus devaneios.

Ao contrário do que parece com alguns, Eu não lhe devo nada.

De consciência tranquila e orgulhoso do Meu Presente e Passado;
Costumo dizer aos meus, “Cabeça levantada” porque não devemos nada a fdp nenhum. É mesmo por isso que:
Comigo não se governa.

Sei que ficou piurso, quando uma vez mais duvidei do que conta.

O resumo; - Quando a sua tropa, composta por Operacionais "mais que batidos" estavam em mais uma operação em plena mata, desnortearam-se de tal modo que não atinavam na saída. Ei-lo que surge, como que uma providência divina…

Talvez convidado “só pode”, o inoperacional do arame farpado vago-Mestre “quase que adivinhando”, foi munido da sua bússola porta-chaves. Na hora e local certo resolveu a questão.
Apontou num ápice aos Camaradas Operacionais incluindo a Chefia,
O tão procurado azimute.

Tenho pois a certeza, que se não fosse este a dar aos Camaradas esta “bofetada de Luva branca” ensinando-lhes a arte do orientanço, ainda hoje "50 anos depois" lá andariam a pé, gastos até aos joelhos, às voltas para saírem da guerra.

Como gosto da grande maioria dos camaradas da 2506, apraz-me dizer: 
Abençoado sejas.
Quanto a Nós da 2504, porque não usávamos tal penduricalho, usávamos uma a sério.
 Se por acaso não a levássemos, ou lhe “acabasse as pilhas”,

Usávamos o GUIA, à nossa frente.
(Embrenhados na mata, uns minutos de repouso à sombra)
Eu no lado direito, de boné ao centro o Guia, à esquerda “mais impercetível ainda” um dos Carregadores.
(Recordo essencialmente este GUIA por ser especial. Tinha 6 dedos em cada pé)


(Uma adivinha super-difícil)… As Confraternizações anuais da 2505 e da 2506 faziam-se em conjunto. Mas “p'ra cúmulo” por causa da tal tardia interpretação que 1 ou 2 quiseram fazer, os da 2506 separaram-se. Já este ano roeram a corda.
Pergunto ao Leitor: (Quem foi o Mestre?).

Para terminar, mas voltando um pouco atrás.

(*)- Tal como leste anteriormente, vim a saber e confirmar, que o Lambreta estaria intrigado, por Eu ter o tal livro do Batalhão, e não ele? Logo Ele, que se arvora em fiel depositário do espólio...
(O melhor é Eu estar calado, ainda descobrem, que o roubei)
+++
Intriga-me “pois tenho a certeza absoluta” que até os mais chegados sabendo de tudo o que Eu sei "e mais ainda", porque não movem uma palha para lhe moderar os devaneios, que lhe são tão peculiares?

Sei que o vão tolerando, porque "segundo consta atropelando o primeiro" assumiu a organização dos Convívios da 2506 e não mais a larga. Porque reúne todos os contactos, existe o receio de os não fornecer, e por isso nãos serem capazes de continuar.

Prevejo que a primeira vez que a largar, cairá redondo do pedestal onde se coloca.
Um pedestal aparentemente assente em três pilares, que ao contrário do óbvio, oscila e em demasia.
Pelo que sei, só um se mantém inabalável firme e hirto, quanto aos outros "porque são livres, têm olhos e ouvidos" não diria o mesmo.

Sem moral ou vergonha do que quer que seja, escreveu no dia 21/05/2018 às 17 horas e 34 minutos um comentário à minha postagem:
“A Nota Infeliz”

(Copy/Past) - Repare-se bem nesta prosa constante no Blogue da Companhia de Caçadores 2504 (abstenhamo-nos de comentar o Português)…

A este irói, já não lhe bastava a guerra, como vem agora de novo armado… em Professor Pardal (dando palpites no meu Português).
Tem toda a razão. Corrigindo, devo dizer:
Armado em parvo, procurando sarna para se coçar.

(Copy/Past)  …Se esta narrativa foi feita de forma irrefletida já houve tempo de a corrigir, razão por que é legítimo inferir que ela espelha um pensamento fixo.
Assim sendo, pode ser-se compelido a concluir o quanto de narcisismo exacerbado consubstancia esta passagem que relega para as calendas a camaradagem de guerra cimentada durante a nossa comum vivência em plena juventude e a incompreensível insensibilidade perante a hipótese…
(blá blá blá, blá blá blá)

Termina observando: Será que a septuagenariedade retira clarividência e bom-senso?

Ora o eterno protagonista “olhando-se ao espelho” fala em narcisismo, clarividência e bom-senso.

“Faz-me lembrar  a outra”. Ó filha, Se a queres ofender, Chama-lhe Séria

(Sou agora Eu, que recordo a canção: Deixa-me rir)
++
Quando um dia falei do que escreveu acima entre-parêntesis "relativo ao Meu português” a um seu colega de profissão que o conhece de ginjeira,

O mesmo após rir, observou:
É porque não te esmeras tanto na escrita como ele, quando redigia “à sua maneira” para tramar os colegas de trabalho.

No Nosso Blogue, dado que até à data não existia qualquer filtragem aos comentários, os (Copy/Past) da conversa fiada atrás, estiveram “-NO AR-” uns dias sem darmos por isso.

Não querendo dar palco a baboseiras de quem não tem moral. Quando foi descoberto, resolvemos alterar o procedimento que perdurava há vários anos (desde o início). Lamentávelmente deve sentir-se orgulhoso, pois foi graças a este e outros Lambretas existentes, que agora temos a censura prévia.

Uma “Censura  que nunca chegará ao ponto” de não postarmos histórias enviadas “como parece”, por não agradarem ou as achar inverosímeis.

Termino lembrando a escrita de alguém, “que conhece o Lambreta melhor que Eu” a respeito do não cumprimento do combinado.

(Copy/Past) …Eu já devia saber que fazer acordos com ele é o mesmo que dormir com miúdos: "acorda-se mijado"
Insultá-lo do piorio não o faço, até porque tudo o que Me vem à ideia,
Mais parece elogio.

“Lamentávelmente”
(Quem te viu, e quem te vê)

Parafraseando o Mister
Vales, Bóla


Conforme o andar da carruagem…
Para a gente se rir mais ainda, estou pensando em perder algum tempo para recuperar tudo o que "apaguei" que me foi enviado para ser divulgado no outrora
"Cantinho da 2506".
Desde o sussurro (Nem o pai morre, nem a gente almoça) até à actualidade,
Há muito pano para mangas.
(A ver, vamos)

CAMARADA

Perante tudo o que acabaste de ler, termino dizendo:
(Deus castigue “exemplarmente”, quem não fala verdade)

“FUI”

Sem comentários:

Enviar um comentário