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segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Nesta época de Natal, a festa continua

É Natal, e ninguém leva a mal 

Desde que me conheço, sempre digo: Eu Sou PORTISTA.

E por isso mesmo, desde há muito “metia o rabinho entre as pernas”
quando ouvia alguém
(gente de respeito “poucos”, aldrabões vigaristas e outros cretinos “muitos”)

referir-se ao Apito Dourado.

De orgulho ferido, não podia reagir; Confesso que sentia até, uma certa “vergonha”.


Sei que muitos dos amigos, sentiam o mesmo que eu.
=-=


Embora Ilibados:

Contra factos não há argumentos

**********
Arvorados em "Exemplares"

Rio-me agora da desfaçatez da maioria dos acima sublinhados ao saberem que sabemos "inequívocamente", que o tiro lhes saiu pela culatra.

Sem moral do que quer que seja, “Alegada mente” assobiam para o lado

Lá dizia o Scolari: E o burro sou eu?



Desde muito novo, quando li aquilo que o Bocage disse quando pediu silêncio no salão,
para anunciar aos presentes;

"O PEIDO QUE AQUELA SENHORA DEU, NÃO FOI ELA, FUI EU"

Acreditei de imediato no Bocage, e na inocência da senhora


*******


E não é de admirar:


Caso não saibas, mesmo agora com mais de 70 de idade, continuo a acreditar nos governos, em Gambuzinos, e no Pai Natal.

 “Se recuarmos no tempo quase 50 anos"
(chegamos a Santa Margarida)

Quem não se lembra daquela famosa “prostiputa” que segundo diziam fazia a vida negra às outras, considerando-se a Privativa do Quartel, e já aqui referida no blogue?

Há dias que ouvíamos falar de tal personagem conhecida pela DENTOLAS.

Quando certa tarde com a Minha Secção, regressava de uma incursão pelas matas das redondezas, em bicha de pirilau e "atentos ao inimigo", descobrimos Esta, em plena actividade.

Certificamo-nos que era verdade o que diziam.
A Dentolas, não tinha “mãos” a medir.

Numa de rodízio, enquanto uns saiam de trás da moita apertando a fivela do cinto, outros entravam já com ele desapertado.

Para não sermos considerados empata f*, saímos de fininho
Porque recordo tal acontecimento? Pergunta o leitor.

É porque segundo uma certa justissa, tanto Eu como os demais camaradas do grupo, não podemos afirmar “nada”.

A Dentolas “se ainda existisse” poderia meter-me em tribunal.

Poderia dizer: PRUSTI.. quê? Viram-me a fazer algo, por detrás daquela moita? Apresentem provas !!!

Ai não? Então meta lá no escrito, em letras bem gordas e com aspas, a palavra:

A-L-E-G-A-D-A-MENTE

(Caso não saiba; Sou uma senhora, sou virgem e imaculada)
Por falar em “Alegada mente"

A dias do Natal, “após alguns adiamentos” surgiu o desfecho dos tão badalados e “Alegados problemas de um certo clube”.

Tal como esperava,
Cada vez mais acredito na justiça, e na inocência dos visados.

Lá dizia o alentejano que foi às meninas, quando a polícia irrompeu BAR adentro, após “quando inquiridas” elas dizerem que tinham as mais diversas profissões…

NA QUERAM LÁ VER sôr guarda, QUE AFINAL, A PUTA SOU EU?

TAL TÁ A MOENGA!
Mas adivinho que não é tudo
- Infelizmente a pessoa que mais denunciou a pedofilia na Casa Pia, faleceu há poucos dias.
Deixou caminho aberto, para que gente sem vergonha, reapareça das trevas insistindo na sua inocência.
(A VER VAMOS)

- Um outro já condenado, anda à solta dando entrevistas, dizendo-se inocente, e a escolher o dia “talvez a hora” para se apresentar na  prisão.

- Outro, na maior desfaçatez de pasta em punho e ar circunspecto, oscila entre o Brasil e Portugal esperando talvez, que as acusações caduquem.

- Quanto ao já veterano inginheiro/escritor, que vive agora com os pés quase dentro d’água na miséria “um miserável”, já não bastava ter um amigo "que do nada" lhe oferecia guito até mais não, como agora tem mais um inocente benfeitor. A prima.



Isto não se faz. O coitado fartou-se de queimar a pestana para estudar e escrever um livro.
Já não bastava terem descoberto que não escreveu porra nenhuma, como agora querem dizer que o artista pouco mais tem que a 4° classe e não é ingenhêro.
"Se fosse mentiroso tinha o nariz grande".
Cá por mim, acho que é dótor.
Tal como agora, cada país tem o 1° ministro que merece
- No Metro de Lisboa, os auto-falantes com uma cadência de minutos, vão avisando o passageiro para ter cuidado com a carteira.
No caso de ser roubado, não deixe de fazer queixa à policia,
terminando com:
Assim se resolve o problema

No meu entender deveriam dizer alto e bom som:

Senhores Juízes, não soltem por favor os “reincidentes carteiristas” que a polícia prende “e vos entrega” todos os dias.
 
Temos hoje o que merecemos.

Num fiasco total, veja-se a cegada "ou cagada" do pessoal de agora, tentando imitar numa organização desorganizada convocada pelos "Facebookes", aquilo que os avéques fizeram com algum sucesso.

Estou tentado a instalar finalmente esse programa, só para deixar meia-dúzia de Láiks e dezenas de Góstos

Repara na filmagem do cerco "ou Caixa" na emblemática Rotunda do Marquês, que termina com uma configuração quase semelhante a um coração, como que a polícia a dizer aos manifestantes,
(Y Love You)

Os poucos Coletes dispersos pela Cidade aconteceram, derivado talvez à fuga do cerco, culpa da escassez de polícias nesta operação "como podes confirmar nas imagens" onde só terá faltado, o que fechava o dito.

Esta manifestacão que segundo parece "foi autorizada" não foi o fracasso total.
Deu ao menos para ver,
A enorme liderdade de expressão concedida.
Lembrando a canção do Jorge Palma “deixa-me rir” repara na capa deste jornal de 22 de Dezembro. Aqui vemos em destaque, que a coisa “tá-se” a compor.

A constatação do alentejano está próxima.
1 Semana depois
Confirma-se que nova Toupeira atacou o Citius

Aproveito para realçar o que disse aquele cirurgião:

“A POPULAÇÃO ESTÁ ANESTESIADA”

domingo, 1 de julho de 2018

A promessa

Ao contrário de alguns, Eu não brinco em serviço.

Após mais uma incursão
à linda Cidade de Famalicão,
Para novo Convívio* do Pessoal
do meu Curso Industrial.

(Rima e foi verdade)

Cumpro o prometido.
http://ccac2504.blogspot.com/2017/11/mestre-giga-e-o-virar-de-pagina.html


Aqui está a foto do pequeno Quadro que o Furriel GIGA me ofereceu um dia, “talvez” no ano de 1975 ou 76.


Para o perpetuar e em sua memória, este quadro fica agora exposto
"em permanência" no altar da 2504, do meu
(BAIXATOLA  BAR)

Local onde "tal como em 2006" terminará o Convívio (2018)
dos GRADUADOS da 2504
que este ano me compete organizar.
Não satisfeito, “também pendurei” uma pequena reprodução que pintei em acrílico, de um quadro a óleo que Ele colocou em destaque "tal como regista um dos meus slides" no Nosso 
PEQUENO BAR
nas instalações do Grafanil.





( GRAFANIL )

Conforme já aqui descrito, este BAR "não existindo" surgiu dentro ao fundo da caserna, graças ao espaço ganho no aperto, que tanto Eu (Pimenta) como o Giga e o Brito nos sujeitamos, empilhando as três camas em Beliche.

Como se vê na foto; Sem portas aldrabas ou fechaduras, nem mesmo um energúmeno a barrar a entrada "como acontece nos dias de hoje", o seu acesso era livre e concorrido.

Cheio de artefactos indígenas e instrumentos do Conjunto POP, raro era o dia em que não houvesse um pouco de música ao vivo, e um reparo do Brito queixando-se  da descida acentuada do nível na sua garrafa de whisky.


O "verso" do quadro servia às vezes, de ecran na projecção de slides.


Como ainda estavamos todos reunidos, desafio algum leitor a contar algo que recorde, vivido neste agradável recanto, que "com poucos dias de Angola" considero ser,
o primeiro BAR da 2504.

Aqui a confirmação da minha pintura, no pequeno filme que se segue.


* Convívio que "após o Restaurante" terminou uma vez mais no BAIXATOLA BAR, desta vez "conforme sugerido na convocatória", com um rodízio de (duas ou 3) anedotas para cada um.

Sabendo que Comercuzólhos é sempre agradável; Com o comes e bebes misturei alguns efeitos luminosos das minhas xenezices, fruto da pachorra na arte de bem soldar, mas não só.


Aqui a Amostra


sexta-feira, 15 de junho de 2018

Os Lenços e Medalhas

LENÇOS e MEDALHAS

Esta postagem destina-se exclusivamente a Camaradas da 2504.
É pois vedada a leitura, a qualquer outro.

A fim de punir eventuais prevaricadores, a mesma está armadilhada contendo um vírus capaz de destruir qualquer PC, Tablet ou Telemóvel em poucos segundos. Trojan horses, Barrotes e quejandos, ficam a léguas desta maldade.


Ora como ia dizendo “isto cá pra nós”;
Sabendo que ofendidos, com o simples facto do Merca escrever um dia no Blogue de 2505, algo que dá a entender que (a sua Companhia era a melhor, a mais bem treinada e temida pelo inimigo) zoou-me aos ouvidos que "por causa disso", este seria o último ano que as duas Companhias (2505 <-> 2506)
confraternizavam em conjunto.

Falei disso ao Merca, que respondeu: Lembras-te dos Marretas?


Sim, lembro.
Eu sou melhor que Tu.   Tu não...EU é QUE SOU
ehehehe

(E do nosso lema, também)
"CONQUISTANDO OS CORAÇÕES SE VENCE A LUTA"

Há mais de sete anos, o Camarada Merca, Furriel de Operações Especiais e Comandante da 1ª secção do 1º grupo de combate da “2505”, escreveu no Blogue da sua Companhia do qual é gestor, um pequeno artigo onde opinava o seguinte:

Provavelmente (digo Eu) o que deixava o inimigo a milhas, seria de facto a “organização” mas não só.
Os lenços bicolores, também deviam intimidar.
--- O ---
No Dange “pelo descrito”, enquanto que uns eram diversas vezes atacados, a 2505 “j’aimé”. Eram respeitados, talvez até, Temidos.

(Não eram bons nem maus, eram diferentes)
“Esta a opinião livre do Merca”

Uma opinião que foi escrita em 19 de maio de 2011, que li, sorri, e nada mais.

Mas nem todos somos iguais.

Há bem pouco tempo, “mais de 7 anos passados” houve da 2506 quem lesse tal postagem, e ficasse super-amofinado com a convicção do Merca.
 etc etc…
 De imediato surgiram esperadas reacções, recordando que:

“Eles sim... Eram os mais melhores”

"Já em Angola” (coisa que não recordo mas acredito), foram designados para irem para a Guiné. Receberam por isso, um treino específico por tropas especiais, onde um dos Grandes-chefes tinha feições de oriental, era possuidor de diversas medalhas, uma até, de resistência à água.

Foi em resumo, o facto que contrapuseram.

PERGUNTO AGORA, que ninguém nos ouve: E nós Camaradas da 2504?

O que nos distingue?
Pelos vistos: NADA

Pensando bem, de facto além de termos cumprido a missão que nos foi confiada, nada recordo de transcendente.

Comparados com o que leio, nós éramos afinal, muito fraquinhos.

E não admira, pois:
Enquanto que uns em Abrantes e Santa Margarida, outros até em Angola, se dedicaram com afinco “como se vê”, à Ordem Unida e não só.
---- xxx ----
Alguns de Nós da 2504 “nos interváis” desperdiçavamos o tempo, na criação de um Conjunto Musical (POP) e demais “artifícios”.

Os (Furriéis, Tacão Monteiro, Giga Coelho, Jorge Severino, Manuel Pimenta, Vitor Santos, Alferes Victor, o Condutor Carlos Couto, e por vezes à guitarra também o Furriel Costa) todos da 2504, passávamos o tempo a decorar músicas e textos, para “alegrar” a moral das tropas.

Conclusão: enquanto uns se esfalfavam, a 2504 brincava em serviço.

Podes ouvir aqui “com alguns cortes”, um resumo resumido do “Espectáculo inaugural”.
Um espectáculo realizado a bordo do UÍGE no 3º dia de viagem, (aberto a convidados, entre os quais "como se ouve" o 1º Cabo Belmiro da 2505), cujo som aproveitei como banda sonora no filme
(Alguns dos MEUS SLIDES).

Talvez por os lenços “da 2504” terem uma só cor
“Como se comprova na minha pessoa”
( QUIBAXE )

 “e como se confirma a páginas 41 do livro”
HISTÓRIA DA UNIDADE

É que (posteriormente) fomos “flagelados” logo no nosso 1º dia, na chegada ao Dange.







(Um pouco mais, a páginas 45)


Como está de novo em voga, o protagonismo de alguns vagomestres, lembro o Nosso da 2504. Furriel António Machado que pelos vistos também foi muito fraquinho.
Dedicou-se sómente, ao contrário de outros, a cumprir a sua função.

Sabemos que fez milagres com a escassez das opções culinárias, não se livrando do Hino a Ele dedicado, quando no DANGE abandonamos a

KITONGA. a Casa da Mariquinhas

(Um BAR quase todo construído com tabuinhas, das aduelas de barril)


Recordo que no Dange o Furriel Machado “discriminou-me”, tratando de mim como um Lord. Foi na altura que apanhei uma overdose de paludismo.

Sabendo que Eu andava sem apetite, quase todos os dias tinha à minha espera uma lata “king-size” de salada de frutas em calda. Um Vagomestre,
que normalmente usava uma Walter à cinta, e "como nunca o vi no mato" se usou a G3, não recordo.

(Sabendo que: Cada um, mija com a sua)
 Excluindo o necessário, raramente saía do acampamento, deixando para “os operacionais” as operações, os patrulhamentos, a defesa do Pessoal.

“Um gentleman” distinguindo-se entre outras, na locução da nossa Rádio POP criada no Lucusse pela 2504, conforme já aqui bem descrito no Blogue.

O Machado era também exímio em petiscos. Recordo-o aqui no Puto, mais ainda em Angola. Ele e o velho tabuleiro da lavagem das peças mecânicas que o saudoso Furriel Carvalho (mecânico), lhe cedera.

100% Esterilizado, foi transformado numa bela assadeira, onde algumas cabrinhas do mato eram rodeadas de batatinhas “novas” para se camuflarem, sentindo nas noites frias o confortável calor produzido por uma fonte de ignição qualquer.
Acompanhado do Furriel Almeida “vagomestre da CCS” recordo
o Machado, certa vez atrapalhado*.
(Rima e foi verdade)

Tinham entre mãos um chato problema que o meu grupo lhes criou. Chegamos ao quartel com 6 Gnus (Boi-cavalo) dando credibilidade ao ditado:
Não há fome, que não dê em fartura.




Nas fotos. O Almeida “entre outros” ao lado do Comandante, orientando o Esfolamento de 2 animais.

Ao lado, 4 “animais” aguardando o mesmo destino.



Na operação do içamento, repare-se na prontidão do camarada Vidigal (já falecido), contrastando com a pose "em 1º plano" do camarada Isidro Catarino Nunes 



Já agora: Estes, os Meus instruendos do A.E.A, num CURSO para Graduados “Angolanos”, de MINAS E ARMADILHAS.

Também foram treinados por alguém, que tinha "e tem" uma medalha, mas de Minas e Armadilhas.










(CURSO DE MINAS E ARMADILHAS)
Furriéis e Alferes, do Agrupamento de Engenharia de Angola (Eu, o do lado direito)



O Meu Crachá




À guisa de concurso, Lanço um pouquinho de veneno, Perguntando:



A 2505 não era atacada pelos turras, porquê: Porque eram bem organizados? Porque tinham  lenços bicolores? Ou Porque andavam feitos com o inimigo?

Pergunto mais ainda: E se o inimigo fosse daltónico?





E a 2506 porque foi escolhida para ir para a Guiné?

Por serem os melhores, ou por serem os piores?

Considera-se uma honra, ou um castigo?

 

E a 2504? Porque foi “discriminada”?


Porque andou quase sempre "atrelada" à CCS?



Foi porque não prestava? Ou porque o Comandante "topou" que era a Companhia Operacional “mais capaz”, para lhes defender as costas?



IGNORO

E quem poderia responder, já se foi.





Mas “não sendo advogado de defesa” não ignoro, que o amigo Merca escreveu o que escreveu na melhor das intenções. Tenho quase a certeza que se Ele tivesse tal como Eu, "toupeiras" no Facebook para ler tudo o que foi escrito a respeito, provávelmente já teria reagido em conformidade.







Certa parte desta conversa, fez-me lembrar, a minha juventude.

Morava Eu em NINE - Braga.



Conhecia um velhote (o Sr. Bernardino) que era um grande amigo da pinga.

Raro era o dia, que não andasse com um grão na asa. Aos mais velhos quando o repreendiam, contrapunha irritado:


Oiça lá. O Senhor sabe com quem está a falar?

Saiba o Senhor, que Eu quando estive na tropa, limpei a capoeira das galinhas do Salazar.



Eis também um grande feito. Para este senhor teria sido bem melhor, que tivesse uma medalha, mas de resistência ao vinho.







Umas notas:



- *Uma vez mais, a 2504 estava junta à CCS.



- A manada era grande, e por isso, nada de rajadas. Tudo fugiu, menos estes 6 que nos quiseram acompanhar.



- Tenho na ideia: que por não haver geleiras “para tanto” foi distribuída à população uma grande parte da carne.


- O nosso Camarada Furriel Neves (também da CCS) poderá dar aqui se quiser “e lembrar”, uma achega a esta história.
ooooo

Esta postagem destinava-se exclusivamente aos Camaradas da 2504.

Se por acaso alguém desobedeceu o AVISO inicial, e contaminou a máquina com algum vírus.

Aqui vai uma ajudinha:
Consultem o Professor Mambo (trojan horse)