sexta-feira, 24 de abril de 2015

QUIBAXE, Terra Natal

Caro Anónimo:

Antes de mais, agradeço a visita ao nosso Blogue, e seus comentários.

nasci em Quibaxe e me interessa toda historia da minha terra , por isso ao escrever, por favor não esqueça as datas dos acontecimentos. A altura em que lá chegou, quem era o rei dos Dembos, Quibaxe, e em que ano? Pode-me ajudar em saber?

Querendo ser o mais rigoroso possível quanto à data que me pede, socorri-me de um camarada “ex-Furriel Campos” e chegamos à conclusão que “desconhecendo o dia”, o episódio terá ocorrido no mês de Março de 1970.

Recordo que a minha ida para a enfermaria do Quartel de Quibaxe foi no dia seguinte à morte de um crocodilo, tal como escrevi na história (Crocodilo Dange*), mas sinceramente não faço a mínima ideia de quem era o Rei ou tãopouco se existia. Já agora, não quererá dizer, Sóba?.

Deduzo “ao olhar a foto que coloquei na história” que o grande chefe de Quibaxe na altura, seria um Sr. Administrador qualquer, conforme se lê na frente da sua “pobre” residência, situada ao cimo da avenida.

(ADMINISTRAÇÃO DO CONCELHO DOS DEMBOS)



Como sugere, Eu podia ser mais preciso se colocasse as datas nas histórias.
É certo, mas como pode imaginar é difícil mas não impossível. Bastava abrir ou desmontar, o “caixilho” dos Slides, para descobrir a data em que foram “revelados”.
Uns em plástico outros em cartão prensado, guardo-os religiosamente e como é uma manobra não muito aconselhável, prefiro não arriscar, não vá “estragar algum”.

Tal como esta história, também as intituladas
(A minha Lavadeira**) e (O Cagaço***)
foram passadas em Quibaxe, e ocorreram “penso Eu” na mesma altura.

Concluo, juntando mais umas fotos minhas, de QUIBAXE.

Aqui coloco 2 fotos que penso serem do ano 2016
e que podem comparar com os meus slides tirados em 1969/70.





terça-feira, 14 de abril de 2015

Custou... mas Vai.

Camaradas

Neste convívio de 2015, não podemos esquecer de colocar uma passadeira na entrada, porque pela primeira vez, iremos ter a presença do CORNETEIRO,
José Ramos Caeiro.

Podes recordalo olhando as fotos abaixo.


Ei-lo de mão na ilharga fixando a objectiva, ostentando a famosa medalha “picotada” de alumínio, que cada um devia usar.

 Aqui o 2º da esquerda para a direita, "como quem diz... o mais alto"

Com certeza que não vais estranhar vê-lo hoje em dia com o cabelo quase branco, pois sabemos que há cerca de 45 anos atrás, o nosso amigo já tinha "algumas brancas”.

Quem não se lembra dos pelotões prontos, esperando “na expectativa” pelos toques de clarim do Caeiro?

Como resposta, em vez de um som claro e vigoroso, ouvíamos por  vezes após algum silêncio, um estranho e prolongado sopro, parecendo um pneu da berliet a vazar o ar.

Então Sr. Caeiro, de que está à espera? Pergunta o alferes Costa.

Desculpe Mê Alferes…. PERDI A NOTA.

Camarada, se quiseres recordar esses toques, podes carregar no link:



Clarim/Clarinete/Trompete. A seguir, música que deves escutar baixinho, no caso de andares de portas às avessas com o vizinho do lado.

Como bónus, mais uma foto
Aqui, um seu colega de especialidade e o grande chefe "Sargento Carmo"