sábado, 4 de julho de 2015

30º Convívio dos Graduados da 2504



CAMARADAS

Recebi este SMS do Daniel Tacão Monteiro que transcrevo na íntegra:

Olá pessoal. Aqui fala o furriel Tacão. O nosso almoço Convívio dos Graduados, vai ser marcado para as 12 horas do dia 26 de Setembro de 2015 no
Restaurante REFÚGIO DA ROCA 
no Cabo da Roca.


Pelos vistos deves ter um cuidado especial na bebida, não vás cambalear e escorregar falésia abaixo, e assim dizer adeus à Europa.

Não tenho os contactos do Jorge, do Costa, do Alegre e do alferes Costa. Devem avisá-los, e se não vos der jeito esta data, proponham outra. Abraços para todos. Tacão.

Fica tranquilo, pois estes 4 camaradas que referes já estão avisados.
E assim ficamos a saber que: depois do 29º Convívio dos Graduados realizado pelo Furriel Ascendino em Santo Tirso, cabe “como o previsto” ao Furriel Tacão Monteiro a realização do TRIGÉSIMO.

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E a título de curiosidade, podes ver as imagens relativas ao Convívio mais antigo aqui registado no Nosso Blogue, que não sendo o 1º, era ainda na altura, restrito só aos Furriéis.

Dado que “como se pode ver e ouvir” fui desafiado no último encontro da Companhia, a ganhar um prémio no caso de conseguir trazer aos Convívios, os "Desaparecidos em Combate" furriel Brito e alferes Marques (um nos Estados Unidos da América e outro no Canadá, respectivamente), espero que os mesmos visitem atempadamente este blogue e se apresentem de armas e bagagem.




quinta-feira, 11 de junho de 2015

Discordo a 200% +1

                            Se é para uniformizar, bóra lá!

No outro dia, ouvi o Malaca Casteleiro dizer que o Acordo Ortográfico em que trabalhou incansavelmente ao longo de anos e anos teve por objectivo uniformizar a língua entre todos os países de expressão portuguesa.


Assim sendo, os brasileiros têm rabo ou somos nós que vamos passar a ter bunda?

E as senhoras, as de cá passarão a usar calcinha ou são as de lá que usarão cuecas? De fato eles vestem fato ou nós, de facto, de futuro envergaremos terno?

O governo de cá rouba-nos a grana ou é o de lá que lhes sonega o carcanhol? Passamos a ir à lanchonete ou são eles que vão ao café? Vamos beber um bagaço à tasca ou uma cachaça ao boteco?

E o tipo que defende a baliza, é para eles guarda-redes ou, para nós, será goleiro? E como nos passaremos a mover? Nós de trem, ônibus, bonde, ou eles de comboio, autocarro, eléctrico?

Esperamos pelo transporte na parada ou continuaremos a fazê-lo na paragem? Respeitamos a bicha na paragem ou antes a fila na parada? E aquele gajo porreiro, de pêra, que vai a sair da esquadra? Vamos ter que dizer que é um cara legal, de cavanhaque, a sair da delegacia?

Se quisermos agrafar um relatório, recorreremos a um grampeador ou a um agrafador? E se o nosso fito é afiar um lápis, agarramos num apontador ou num apara-lápis? Fomos à privada e não usámos a descarga ou fomos à retrete e não puxámos o autoclismo? 

E por aqui, pela merda, me fico. Em castelo. À Casteleiro. Em bom português, do único, porque merda é merda, aqui ou no Brasil.

 Não me Fecundem 
 digo Eu