e referente há falta de divertimentos “no Lunguebungo”.
Contrastando com o actualmente;
responsável, ponderado “senhor do seu bigode” mas não menos
brincalhão, tínhamos o eclético Furriel Sapador de seu nome Giga Coelho, que desde tocar
campainhas de portas à harmónica de beiços passando pelo violão, guitarras
teclados e até "ao bicho" tudo tocava. Maluco o quanto baste, quando queria
fazia-nos rir ou até chorar, principalmente quando cantava alguns fados ou a canção do Oliveira
Muge "MÃE".
Mas ei-lo de turbante, em mais uma das suas facetas de « Striper »
Tendo por camarim o
meu recanto no Aquartelamento do Lucusse e provavelmente receoso de
agarrar a meia-cuca para não estragar “o verniz das unhas”, aqui vemos Eu a dar-lhe
de beber, para que ganhe coragem no momento da entrada em mais um show
erótico.
Há sempre um
abusador, que quer apalpar a fruta.
Desta vez foi o furriel Ascendino, o apanhado do paparazzi.
Noutro local e ao som
de música ao vivo, “talvez num show para menores de 18”, eis o Giga parecendo preocupado em tapar
os seios “ou quem sabe”, espremendo-os para ver se sai cerveja.
+++++++++
Nesta altura, já o nosso
conjunto musical POP se
extinguira, por separação forçada dos seus elementos. Sabendo da moral que a grande maioria
do pessoal "não" tinha, era também assim “com
estas hilariantes e inocentes macacadas” que o nosso tempo ia passando, da melhor maneira possível.
Quase em paralelo surgiu a (-RÁDIO POP-) que nos deu mais alento e que tão boas recordações me traz.
Respondendo a um
comentário do Fernando Santos noutra postagem, direi:
Amigo Santos, não
duvido que tenhas razão. Mas no meu tempo antes da vossa passagem por LUNGUEBUNGO, o único
pessoal “das Obras” existente, era uma Brigada
da J.A.E.A. chefiada por um "e único" branco (o Sr. Silva, mais conhecido por
Samuapa) talvez com a 4ª classe, autor de diversas proezas, algumas das quais já aqui
contadas.
Os
meus Slides, não enganam.
Ao fundo, a Ponte e os Fuzileiros
Acima, a Povoação
Como podes ver nas
imagens que também constam do pequeno filme, a picada no Lunguebungo (na
altura da minha permanência) era toda ela em “macadame” ou algo semelhante.
Conforme já aqui contei numa postagem, que me recorde, o único ponto com alcatrão
nos 406 km de picada entre as cidades do Luso e Gago Coutinho, que diversas
vezes percorri, era um pequeno troço todo
esburacado “fruto de ensaios” muito perto do Lucusse. Foi exactamente nesse troço que ocorreu o
acidente de que fui um dos intervenientes. Depois disso e nesse mesmo dia, fui evacuado de
avioneta (uma Dornier, igual às que bastantes vezes protegemos na pista) para o hospital do Luso e meses depois para Luanda.
O que se passou a
seguir; não desminto nem confirmo, IGNORO.
O leitor mais atento reparou concerteza, que terminei a 2ª parte de uma história aqui contada e passada no
LUNGUEBUNGO, desta maneira:
Esta é
uma sacanagem do "Samuapa", entremuitas outras….
Uns
tempos depois deixamos o Lunguébungo para regressamos à base, como quem diz, ao
Lucusse.
Uma vez mais aqui, no recesso do meu BAIXATOLA’s
BAR “qual musa inspiradora” recordo outras, entre muitas.
Todas as tardes, após o regresso da
pista de aviões que andava em construção, depois de uma reconfortante banhoca
“no rio Lunguebungo ou no Acampamento” seguia-se a janta e pouco mais.
Os Fusos de Lunguebungo, onde sobressai a falta do ervado no campo de futebol.
Além de
relermos os bate-estradas das Namoradas ou das Madrinhas de Guerra, divertimentos quase não existiam. Os dias eram monótonos mas felizmente para alguns, que havia
sempre alguém que improvisava algo, se mais não fosse o tradicional jogo de cartas
à luz das velas, pois como contei, já nem tínhamos camisas para os petromax’s.
Desde sempre nunca achei grande piada
aos jogos de cartas, e por isso mesmo, raramente jogo ou sou espectador.
Raramente é diferente de nunca, pois lembro-me
de assistir a alguns dos jogos que o Samuapa “capataz e único branco de uma Brigada da Junta Autónoma Engenharia de Angola (J.A.E.A) ” realizava
e acima de tudo, incentivava. Como o saudoso Vitorino Nemésio “Se bem me lembro”, eram quase todas
as noites.
Era vê-lo sentado numa mesa colocada
ao fundo da sala "quase" rodeado de funcionários de cor… “preta” pois não admitia
ninguém nas suas costas.
Não existindo ninguém, era mesmo aí
que me colocava, nas raras vezes que assisti. Como se chamava ou chama o jogo,
não sei. Lerpa ou lepra, talvez.
Só sei que à partida todos colocavam
a mesma quantia na mesa, e iam subindo a “aposta” cada vez que julgavam ter
melhor jogo que o parceiro, e quem desistisse “saía fora” e perdia. Recordo que
ele apostava forte e feio quando tinha um bom jogo, e quando não era tão bom assim, falando
alto sem temor subia a “parada” como se nada fosse, induzindo os parceiros que
tinham melhor jogo a ceder, ficando na mesma com a massa toda.
A maior parte dos jogadores, no intuito de recuperar o prejuízo atrasado e ao
contrário do Sr. Silva “o Samuapa” em vez de dinheiro vivo, colocavam em cima
da mesa uns pequenos papéis assinados de cor verde, a que chamavam, um vale.
O cretino, sem problemas financeiros (que usava uma correia trapezoidal “partida” como pingalim), tinha a
distinta lata de pagar “semanalmente” aos seus subordinados "alguns com família", o ordenado em vales em vez de
dinheiro vivo, porque lhes deviam xis ao jogo. Falta dizer que quando a partida terminava por desistência dos parceiros, nunca mostrava as cartas que supostamente teria. Eram
metidas no baralho aleatoriamente, sem deixar rasto. *** ***
Notava-se que era uma brigada da J.A.E.A. coesa e de “barba rija”. Condutores de Caterpillar’s “vulgo Catrapilas”
Moto-niveladoras, Moto-scraper’s e afins, apoiados por um grupo bem maior, de operadores de pá e picareta. O objectivo na altura era “construir”
uma pista de aviação para os Fuzileiros “da Marinha”.
Mesmo sabendo que "no jogo" eram todos voluntários e adultos,
enjoado por ver tanta “sacanagem” quase sempre retirava-me de fininho.
As semelhanças da sua frota com a das imagens, só a marca e função. Farta de bater estradas e com um desgaste bem visível, mantinham-se operacionais graças aos milagres dos mecânicos, liderados pelo Sr. Silva.
Exacto, este Sr. Silva era diferente de outro. Este, tinha algumas virtudes. Sabia como se trabalha, e trabalhava.
Já lá vão mais de 40 anos e se comparado com os dias de hoje, era um autêntico GPS.
Conhecia o terreno como ninguém, e como já contei algures neste blogue, um pequeno buraco no chão para meter a cabeça, os seus olhos e um pequeno tubo com água, substituíam o melhor dos Teodolitos.
Mas voltemos aos Defeitos:
Recordo uma outra, a de obrigar o Operador ou motorista, de um Caterpillar, a andar ás “ARRECUAS” com a pá rastejando, porque - no seu
dizer – não haver tempo de substituir uma mangueira hidráulica que rebentou, do sistema de
elevação da pá.
Andamos cerca de 2km levantando uma poeira danada. Por esse
motivo, em vez de sermos nós “Exército” a fechar a coluna, era esta máquina a última da
“fila” e a certa distância, para não incomodar.
Conduzindo de lado e à rasquinha do pescoço, foi um grande alívio para o Condutor/Operador, quando convenci o Artista a parar a coluna, e num instante se
reparou a avaria.
Não
sei porquê, mas tenho cá um “feeling” que na
Independência, lhe limparam o sebo.
Não querendo acreditar nas notícias
que vieram a público, dos franceses não terem mostrado a bandeira Portuguesa na
Torre Eiffel após a nossa vitória na final do Euro, quis certificar-me.
E fui confirmar no dia seguinte, essa falta de Fair-Play.
Lamentavelmente era verdade tal notícia. Olhando a Torre de cima abaixo com muita atenção...
Não existe defacto, nenhuma bandeira hasteada.
Uns poucos
metros mais à frente e à esquerda “contornando a torre de Alta-Tensão” encontra-se a Escola de
Fuzileiros de Vale do Zebro.
Ao fundo entre as inactivas chaminés, existe o extinto
Alto-Forno da Siderurgia Nacional, que é considerado hoje em dia, um Monumento classificado do
Município do Seixal.
Esta enorme estrutura “excluindo o tijolo refractário de isolamento térmico no seu interior” é 100% metálica. O ainda estar de
pé, considero um milagre.
Escapou incólume à sede de inocentes sucateiros
que “às claras” só fizeram (e continuam fazendo) o que governantes cretinos têm permitido. Serve hoje para visitas de estudo.
ERA UM VEZ…
Existente,
só a metade direita da foto.
O Leitor “com preconceitos” pode se
quiser ignorar a parte política, mas deve ler a excelente descrição do que era a
primitiva e agora quase extinta Siderurgia Nacional, que hoje de nacional, só tem o
nome.
Reformas. Governo quer pôr militares a trabalhar mais anos.
A ministra da Administração Interna está empenhada em equiparar os militares aos polícias
Forças Armadas consideram o projecto "a todos os níveis inaceitável". GNR receia "atentado à condição militar"
O
governo está a preparar um conjunto de alterações profundas ao regime
de reformas dos militares e dos polícias que prevê a redução de direitos
históricos dos primeiros. O que está a causar mais polémica é o aumento
da idade da reforma para mais um ano e dois meses - igual aos polícias -
quebrando uma das mais fulcrais compensações pela perda de direitos e
exigências que a "condição militar" impõe. Na GNR pode estar em causa
uma diminuição do valor das pensões.
"Reacções imediatas, p'ra todos os gostos" Se te interessa ler mais, e... és Sargento:
carrega no link:
Aqui há dias na companhia da minha Rosa Augusta, dizimei um indefeso robalo grelhado no restaurante da Associação de Fuzileiros
aqui no Barreiro.
Certo. E
depois? Pergunta o leitor.
A coisa só é
notícia porque desta vez calhou irmos no dia da música ao vivo. Também influenciado pela decoração deste estabelecimento com diversos motivos náuticos, ao ouvir músicas do Roberto Carlos
tocadas e cantadas por um jovem grupo da terceira idade, sem querer por instantes viajei
no tempo, e "à mesa" fui parar ao meu acampamento no Lunguebungo situado na picada
“Luso-Gago Coutinho”.
Fuzileiros do Lunguebungo
Lungue-Bungo - 1973 - Quartel dos fuzos - Foto de António Jacinto Foram diversas as vezes que com eles o meu pelotão jogou à bola. Comparando com o Meu tempo "foto abaixo" vemos que 3 anos depois "foto acima" o ervado e o campo de futebol "parece que" foram totalmente desprezados
Visitamos e convivemos com estes fuzos “estacionados” mesmo ao lado da ponte nas
margens do rio com o mesmo nome. E tal como acontecia na nossa RÁDIO POP, também o Roberto Carlos era dos preferidos do "Djay" que na altura manobrava a acústica dos altifalantes da parada.
Como já descrevi em pormenor numa história (http://ccac2504.blogspot.pt/2012/07/mais-uma-do-meu-pelotao.html) aqui neste Blogue, permanecemos algumas semanas nesta povoação para dar protecção à
J.A.E.A. (Junta Autónoma das Estradas de Angola) que “construía” uma pista
de aviação.
Dado a relativa importância dos residentes "excluindo o descalço, simpático e humilde Sóba", rapidamente se chega à conclusão que a
pista só servia para "além do governador do distrito", os chefões fuzos irem sem correr riscos e de cú tremido, visitar os
operacionais.
Sóba
(O representante do governo)*
Nos dias de
hoje através das difusasimagens "nesta zona" do Google Hearth, verificamos com dificuldade que da famigerada pista nota-se a sua abandonada existência, e do Quartel, nem vestígios.
Um dia espero fazer uma visita à Escola de Fuzileiros do Vale de Zebro "aqui bem perto de onde moro" na tentativa de saber algo sobre o fim* daquele quartel.
Durante mais de 30 anos, passei duas vezes por dia à frente da porta de armas deste quartel, na ida e na volta do meu trabalho na Siderurgia Nacional do Seixal. Foram várias as vezes que tive de parar o carro para deixar passar "o pessoal" que atravessava a estrada direito à carreira de tiro na Mata da Machada ou vice-versa, bem como no içar da bandeira, etc. Cheguei também a levar a minha filha quando pequenita, para aprender a nadar na piscina aquecida que possuem. Recordo também os fuzos, quando descrevo o meu "único" acidente de carro....tok tok.
E porquê?
Porta d'armas
Porque soube
que no fim-de-semana existiu um atropelamento fatal em frente aos fuzileiros. *****
Uma vez mais de manhã e de carro dirigia-me para o trabalho. O dia era de chuva. Ainda ao longe reparei que um autocarro estava parado um pouco à frente da
porta d'armas.
"se calhar foi aquele...Pensei"
O trânsito era lento. Ao passar por ele olhei, e não notei
mazelas na frente e não resisti sem olhar de novo pelo espelho retrovisor para inspeccionar a traseira.
Assim fiz. Mas...
Quando
olhei em frente, reparei que a "bicha" estava parada, instintivamente travei a fundo.
Com o piso escorregadio de
imediato senti um...PUM. Ouvi barulhos metálicos e pareceu-me até, ver umas cuecas no ar.
Incrédulo,
não estava a entender o que acontecera. Felizmente que levava os vidros das portas fechados por causa da chuva, pois uma senhora despenteada "surgindo do nada" com ar de poucos amigos, gesticulava ferozmente e falava algo que imaginei ser do piorio.
Decorrido uns segundos, apreensivo, abri
a porta e saí pedindo mil desculpas.
Com
a ajuda do marido a senhora acalmou-se um pouco e descreveu-me o acidente.
Pelos
vistos Eu tinha acabado de “empurrar” a Lambreta cerca de meio metro, que o marido conduzia com ela atrás, sentada. Culpava-se um pouco, pois viajava sem estar agarrada porque levava
em cada mão um saco de plástico com os almoços dos dois. Por isso mesmo foi inevitável, a cambalhota à retaguarda que fez por cima do pneu sobressalente.
Uma semelhante Toda molhada e suja, dizia não necessitar
que a conduzisse ao hospital e o maior problema era terem ficado sem o almoço.
Rapidamente solucionei isso, oferecendo-lhes duas senhas Tickets Restaurante das minhas. Depois de agarrarem as marmitas vazias que rebolaram pela
estrada, verificamos que só parti o
vidro traseiro da luz de stop da Lambreta. O casal dizia que os estragos eram insignificantes, mas... ainda bem que
accionei o seguro.
Um pouco mais havia para contar… mas termino por
aqui.
(um pequeno vídeo)
(**) - Não me custa nada admitir, que no abandono "depois da Independência" tenham utilizado a técnica (ou tática) da Terra queimada* e pura e simplesmente tenham demolido todas as infraestruturas, não deixando rastos, ou pedra sobre pedra.
1º Cabo
Valdemar Martins Ferreira - CMDT Companhia
1º Cabo
Domingos Martins Pereira - CMDT Companhia
Soldado
Manuel da Silva Antunes - CMDT Batalhão
Soldado
Alfredo M. Madeira e Sousa - CMDT Batalhão
Soldado
Carlos Manuel R. dos Santos - CMDT Batalhão e CMDT Companhia
Soldado José
MariaNunes de Sousa - CMDT Batalhão
Soldado
Agostinho Neves da Cruz - CMDT Batalhão
Soldado
Manuel Ferreira S. Monteiro - CMDT Companhia
Soldado
Manuel da Costa Paixão - CMDT Companhia
Soldado João
Fernandes Rodrigues - CMDT Companhia
1º Cabo
Afonso Tavares da Graça - CMDT Companhia
Soldado
António de Sousa Moreira - CMDT Companhia
Soldado
Manuel de Almeida Rodrigues - CMDT Companhia
Soldado
Manuel António Fernandes - CMDT Companhia
Companhia de Caçadores 2504
1º Cabo
Firmino da Conceição Rodrigues – OS/RMA- Medalha de Cruz de Guerra de 4ª
Classe
1º Cabo José
João de Jesus Gonçalves - OS/RMA
Soldado
Gilberto Seixo Gomes - OS/RMA e CMDT Batalhão
Soldado
Francisco Manuel O. Carvalho – OS/RMA
Fur. Mil.
Vitor Manuel da Silva Santos – CMDT ZML
1º Cabo
Fernando Lopes Ferreira - CMDT ZML
1º Cabo
Juvenal Duarte C Pacheco - CMDT ZML
1º Cabo
António Mourão Martins - CMDT ZML
1º Sargento
José Henriques Fonseca - CMDT Batalhão
1º Cabo
António de Jesus S. Neto - CMDT Batalhão
1º Cabo
Romualdo Francisco F. Carmo - CMDT Batalhão
1º Cabo
Francisco José A. Candeias - CMDT Batalhão
1º Cabo Máximino
Bernardino - CMDT Batalhão
Soldado José
Fonseca - CMDT Batalhão
Soldado
António José R. Caetano - CMDT Batalhão e CMDT Companhia
1º Cabo
António Luís R. Silva - CMDT Companhia
1º Cabo
Isidro Catarino Nunes - CMDT Companhia
1º Cabo
Fernando Carvalho T Alves - CMDT Companhia
1º Cabo
António de Jesus Neto - CMDT Companhia
1º Cabo
Alberto Beleza Borges - CMDT Companhia
1º Cabo
Firmino da Conceição Rodrigues - CMDT Companhia
1º Cabo
Alberto José M. Brandão - CMDT Companhia
Soldado
Humberto Serra Pais Cabral - CMDT Companhia
Soldado
António José Moreira - CMDT Companhia
Soldado
António José R. Coelho - CMDT Companhia
Companhia de Caçadores 2505
Soldado
Aníbal Prazeres dos Santos – OS/RMA- Medalha de Cruz de Guerra de 4ª
Classe
Soldado
Francisco Simões Colaço - OS/RMA
1º Sargento
Fernando Fonseca Reis - CMDT Batalhão
1º Cabo
Manuel da Silva Santos – CMDT Batalhão
1º Cabo João
Brasete Guerrinha - – CMDT Batalhão
1º Cabo
Amilca Fernandes da Costa - CMDT Batalhão
1º Cabo
António Manuel J. Manteigueiro - CMDT Batalhão
1º Cabo
António Manuel B. Cavaco - CMDT Batalhão
Soldado
António da Conceição A. Piedade - CMDT Batalhão
Soldado
António José B. Rosa - CMDT Batalhão
Soldado José
Coelho Inês - CMDT Batalhão
Soldado
Joaquim Garcia Carvalho - CMDT Batalhão
Soldado
Carlos Manuel Ferreira Pauzinho - CMDT Batalhão
Soldado
António Mendes dos Santos Claro - CMDT Batalhão
Soldado
Manuel Augusto Martins - CMDT Batalhão
Companhia de Caçadores 2506
Cap. Infª
António Filipe Reis Santana – CMD SEC C Cubango
Alf. Mil. Eduardo
Alberto F. Xavier da Cunha - CMD SEC C Cubango e CMDT Companhia
Alf. Mil.
João Baptista Gonçalves da Silva - CMD SEC C Cubango
1º Sarg.
Armando Augusto Vilares - CMD SEC C Cubango
1º Sarg.
Jerónimo F. C. Candeias - CMD SEC C Cubango
Fur.
Miliciano António Luís M. Rodrigues - CMD SEC C Cubango
Fur. Mil.
Mário da Cruz Moreira - CMD SEC C Cubango
1º Cabo
António João Oliveira - CMD SEC C Cubango
Soldado
Manuel Acácio G. Couto - CMD SEC C Cubango
Soldado
Mário A. Beato Boavista - CMD SEC C Cubango
Soldado
Fernando da C. Simões - CMD SEC C Cubango
Soldado José
Marques Calisto - CMD SEC C Cubango
Soldado
António M. F. Gomes - CMD SEC C Cubango
Soldado
Manuel F. M Gonçalves - CMD SEC C Cubango
Soldado José
M. de Sousa Soares - CMD SEC C Cubango
Soldado Joaquim
F. da Silva P- Basto - CMD SEC C Cubango
Fur. Mil.
Jaime Lopes Alves Ventura – CMDT Batalhão
Fur. Mil.
António José O. Mineiro – CMDT Batalhão
Fur. Mil.
Fernando Gomes T. Pereira - CMDT Companhia
Fur. Mil.
António Dias Antunes - CMDT Companhia
Fur. Mil.
Adário da Cruz Moreira - CMDT Companhia
Fur. Mil.
Carlos Jorge M. Almeida Mota - CMDT Companhia
1º C abo
Armando Pereira - CMDT Companhia
1º Cabo Nuno
Pereira Dias - CMDT Companhia
1º Cabo
Joaquim Dias da Costa - CMDT Companhia
Soldado António Ramalho Galhanas - CMDT Companhia
Será que algum dos colunáveis perguntou: Cadê os Outros? Que fez este pessoal, de diferente?
Se saí vivo da guerra, a eles lhes devo?
Qual foi o critério?
Reparaste que na “lista” da CCS existem
oficiais que eram senhores e outros até excelentíssimos senhores, e no resto das
Companhias não?
(Bonito critério, não hajam dúvidas)
Tal constatação, fez-me recuar no
tempo até ao CISMI “Centro de Instrução de Sargentos Milicianos” em Tavira onde
fiz a especialidade, e lembrar o Tenente Rosário “mais conhecido pelo TRÓTIL”
que perante tal dualidade de critério nos diria de certeza:
A coisa é simples: Enquanto uns têm Diarreia, outros têm Caganeira.
Não
estranho o não constar na lista acima, pois nada mais fiz do que
cumprir a missão a que fui obrigado. Além das repreensões verbais,
conforme já referi no Blogue, estes são alguns dos meus louvores:
Ano 1969 - I.A.O. - Santa Margarida
Ano 1971 - Depósito de Adidos - LUANDA
Ano 1970 - Hospital Militar do LUSO
Ano 1971 - Hospital Militar de Luanda
Ano 1971 - D.G.A. (Depósito Geral de Adidos)
Ano 1972 - Hospital Santa Maria - PORTO
Dado o azar demonstrado, ao ler a ultima das 5 histórias que o Aguiar nos
enviou, não me admirava nada que tenha sido eu o Furriel da 2504 indigitado pelo comandante, que um dia foi à
merda... para alguém.
E para
terminar, aqui está a minha Condecoração "Crachá" de que muito me orgulho, ganha no
Curso de Minas e Armadilhas e sem proposta alguma.
Ano 1968 - Curso Minas e Armadilhas - TANCOS
E o que nos diz o dever 11, do Artigo 4º do R.D.M. que Eu infringi ?
Dado a gravidade da falta, acho que devo agradecer, o não ter sido fuzilado.
*** (Não me fecundes) ***
ARGUCIA: Astúcia, Perspicácia; Agudeza de espírito e análise, Criatividade,
Sagacidade, Engenho, Raciocínio, Subtileza.