quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Talvez não saibas que:


Se o teu sinal de Televisão Digital Terreste (TDT)
é Razoável+, Bom ou Muito Bom
O muito provável é que:

Em vez de andares pendurado no telhado para colocares antenas direccionais e caras, arriscando partires o toldo da Loja do Rés-do-chão.
Podes fazer a festa por muito menos.

Experimenta, ou melhor (faz Tu uma Antena), que irá substituir muitas há venda com o mesmo resultado. Decidido?
Então vamos a isso.

1º- Pega no Cabo coaxial que bem conheces.
Liga-lhe numa ponta a ficha que vai ligar ao aparelho ou à televisão, e estica-o (talvez por onde não se veja) até chegar a um sítio “desafogado”. Amarra-o (na vertical) deixando uma ponta, para a cortares à medida, tendo em conta as imagens seguintes.
 


2º- Com um X-ato ou navalha "se fores alentejano" mas com cuidado, mede os 120 milímetros e corta-o tal como vês no desenho.

Sê meiguinho para não ferires o (vivo, arame ou condutor principal).
E depois

Verifica bem, se não ficam pequenos araminhos da malha, fazendo contacto.


É óbvio que, quanto mais perto estiver do exterior, porta ou janela.
Melhor será.

3º- É só isso.

Experimenta. Verás que é simples.

Não estou cá, para enganar ninguém.

Ficaste agora “Apesar da idade” habilitado a meter  as antenas aos teus vizinhos.


Uma Sugestão: Aconselho-te a fazeres no cabo (antes de o cortares definitivamente) uma ANTENA "provisória". Procura ''na imagem da televisão" o ponto ideal para a fixação e só agora o podes cortar, para que não o vejam  espalhado pela casa
(Às vezes "nestas coisas" meio palmo à frente ou atrás, faz toda a diferença)   
DIVERTE-TE

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

3 Dias seguidos <-> 3 CONVÍVIOS diferentes.

CAMARADAS

Fazendo lembrar a intermitência do limpa-pára-brisas de um carro
(Trabalha-avaria. Trabalha-avaria)
Tal como:
(dar o dito, pelo não dito)

Estiveram “ou não estiveram” presentes num almoço por estas bandas da Margem Sul, Camaradas, com outros camaradas outrora desavindos.

+++++
Alguém mesmo sabendo o que Eu já tinha escrito de minha justiça, acerca de um mês atrás
(Desarrisca o meu nome, desse almoço e outros futuros)

Numa de querer arranjar sarna para se coçar, do nada voltou à carga colocando a enigmática “equação”:
“Se Ele for eu não vou, só vou se Ele não for”

Sabendo o que afirmei e supondo que o 1º elemento da equação sou Eu, não se entende a pergunta.
E mais ainda: foi escrito que se o 2º não for, “por arrasto” mais de 5 o seguirão.
+++++++++
Parecendo-me uma falsa questão para disfarçar uma frágil união
(rima e parece verdade)

Sem que nada se tivesse alterado, o 2º perentório, decidiu não ir.
Mas, dois ou três dias depois…

Numa de pára-brisas; Foi.

Não sei “nem me interessa” se os tais 5 ou + foram ou não foram.

Sei é que não se deve confundir a Obra do Mestre Picasso, com a pica d’aço do Mestre d’obras:
Eles que são brancos, que se entendam.

(Mas larguem-me a braguilha, pois começo a não achar graça)


Enquanto isso no dia seguinte

Estiveram reunidos em sã Convívio num Restaurante do bom peixe grelhado em Setúbal, pessoal amigo da 2504
nomeadamente:

O de Minas e Armadilhas (Manuel Pimenta) acompanhado da Esposa; Vindo das Américas, o Homem da arma pesada Breda (Armando Bernardino) e sua Esposa; Também o Setubalense (Branco da Cruz) especialista do Morteiro que “por ter familiares vindos do Luxemburgo” só se apresentou, para dar um grande abraço principalmente ao Amigo Bernardino que "tal como Eu" não nos víamos há quase 50 anos. E para apaziguar, também esteve presente o nosso 1º Cabo Isidro Catarino Nunes e sua Esposa.
(por ordem) Respectivamente...

Com receio de que houvesse desacatos, também convidei o Furriel Enfermeiro Jorge Severino, mas debalde.
Estava nos Algarves.

O Camarada Bernardino trouxe “como condutor” o seu cunhado e esposa, que foi Furriel Atirador em Angola, mas acabou como Vagomestre.
(Confessa o óbvio: Foi a melhor coisa que me aconteceu)
















Isidro - Bernardino - Pimenta

(Três dias depois Novo Convívio)

Na

ASSOCIAÇÃO DE COMANDOS”
Em Paço d'Arcos


Os Furriéis João Merca, Manuel Pimenta, Fernando Santos, Carlos Neves e o Alferes Pimpão, estiveram reunidos para além de encher a malvada, consultarem o Meu livro
 (HISTÓRIA DA UNIDADE)
do
BATALHÃO DE CAÇADORES 2872

(2504- 2505 e CCS)


Ignorando o que está escrito no cartaz que vais encontrar no final desta notícia...

“Divertimo-nos à Grande”

Sorrindo aliviados "graças ao Fernando, que conseguiu meter as pedras"

Com a direcção desalinhada por causa das ditas, valeu a preciosa ajuda do Alferes
para continuarmos às voltas no recinto.


(de repente, recordei-me deste acidente)






















.
E a brincadeira acabou, quando o Merca descobriu afinal que a viatura se tratava do
Chaimite do Camarada Jaime Neves


Lembrando-me dos Camaradas Freitas e Boavista da 2506, tirei esta foto das instruções do Chaimite, colada "no interior" ao lado do banco do condutor.





Não havendo mais a acrescentar, o pessoal dispersou ordeiramente, sem antes “fazendo lembrar alguém” dar uma seca ao Merca, e colocar aqui o pequeno filme deste Convívio, realizado e montado  pelo Fernando Santos.
(Já que não se montou no Chaimite)


Sentados numa esplanada dos jardins da GULBENKIAN ouvindo música ao vivo de alguém que não deu para descortinar por causa dos arbustos, porque estava um calor de cornos, refrigeramos a máquina.
Depois, além do café, sem querer bebi água com açúcar. De seguida, acompanhei o Merca a uma farmácia, e reparando num “cartaz” afixado na porta, não gostei do que li.

Finalmente:
Recusando nova boleia do Merca para me levar à Estação Fluvial do Terreiro do Paço “local onde me foi buscar”, numa de toupeira meti-me debaixo do chão e só "emergi” do Metro, para atravessar o rio Tejo.

Embarcado, tendo como destino o Barreiro e sem saber nadar, de imediato fixei os olhos naquele que poderia ser a minha única salvação. 
Um colete


Só em casa é que li com atenção, o que está gravado na placa que o Merca fotografou.

Afinal "se soubesse" tinha atravessado o Tejo de Chaimite.

Se aqui estou escrevendo, é porque uma vez mais me safei do mau-olhado de alguns mentirosos. Embora os satélites pairem no ar lá bem próximo do Céu
“local para onde um dia irei”
consta-se que o Jóta Cê não tem Internet.

___ O ___
Uma curiosidade:

Está confirmado que o céu é azul, dado a concentração de portistas.
Deduz-se o porquê, do inferno ser vermelho.

Verde, é só um pequeno talhão no cemitério da Ponte de Sor, onde a minha Madrinha foi sepultada. (Chamava-se Esperança)

EMPRENHAR PELOS OUVIDOS


(já que não tenho facebook, e para me defender…)

EMPRENHAR PELOS OUVIDOS!-

Quando conheci esta expressão na sua plenitude, trabalhava como Desenhador de Máquinas na Siderurgia Nacional; Já lá vão uns anos.
Tudo por culpa de dois cretinos (o que inventou e o que acreditou).
Eu conto:

- Na rede de Gás de Coque da Siderurgia Nacional que interligava a Coqueria com o Alto-forno, existia “entre outras” uma válvula DN600 com quase 30 anos de funcionamento. Embora o corpo da mesma ainda estivesse capaz, as peças no seu interior fartas de serem “beneficiadas”, estavam na última. De novo nas Oficinas Gerais para mais uma revisão, era a altura ideal para a substituir já que o desgaste chegou ao limite.

Contactado o fabricante inglês, respondeu que há muito a deixara de fabricar e não tinha peças de reserva. Se necessário e com tempo, conseguiriam fornecer uma igual.
***
Dada a urgência, autorizados e em reunião, decidiu-se para não gastarmos uma “pipa de massa”, que seriamos nós a fabricar o “miolo” da dita. Para tal era necessário os desenhos.
Rapidamente se descobriu no arquivo a existência de “quase” todos. Quase, porque faltava um dos principais.
(Era uma das tácticas dos fabricantes)

Não há problema; O Marques Pimenta é Desenhador.

Combinado com as chefias marcou-se o dia e a hora, e fui ás Oficinas Gerais ter com o Serralheiro que esventrava a dita. Verifiquei que “a procissão ainda ia no adro” e resolvi dar um giro.

Mais tarde ao voltar, descobri que a coisa não evoluía e vi o problema.
O “sarralheiro” de marreta em punho, insistia erradamente de um lado, tentando desmontar um veio que (segundo o desenho de conjunto) era cónico e informei o camarada disso. Mas barimbando-se no que lhe disse, estupidamente continuou a "marretar" do lado contrário.

Para não ferver, dei novo giro.
As horas foram passando, e… “voilà”. A peça estava desmontada e o artista ausente.

Rapidamente fiz uns croquis, tirei as medidas e regressei à base.

Quando cheguei ao gabinete o meu chefe perguntou: O que aconteceu lá nas oficinas? Nada, porquê?

É que o “ingenheiro” telefonou-me, dizendo que você andou a ensinar um funcionário a trabalhar.
E fiquei incrédulo, pois tinha-o em boa conta.

A partir daí fiquei-lhe cá com um pó... Sem me ouvir,
EMPRENHOU PELOS OUVIDOS”.

O Chefe ao ouvir a “minha versão”, ensinou-me:
Quando é assim, a gente deixa-os marrar.


Esta, uma história antiga que infelizmente hoje se repete.
Quando menos se espera, há sempre um cretino que delira por inventar mentiras.

Referindo-se a mim, escreveu que no Luso:
Abusei da hospitalidade e que acabaram por me expulsar.

Acabo assim por descobrir um novo significado. Quando aparecer nas palavras cruzadas “aldrabão/mentiroso” com 4 letras, já sei o que escrever (MOTA). Descobri também “porque li”, que existe quem “sem saber de nada” acredita piamente (até reforça) no 1º, deixando-se “emprenhar pelos ouvidos”, e não deviam.

Perante isto, preocupa-me pensar que este cretino inventor, na sua vida profissional, tenha tido esta veia poética ativa (melhor dizendo: de MENTIROSO) para com os colegas. Segundo parece, um espécie de “olheiro”, pode ter tramado a vida na maior safadeza a qualquer incauto colega do lado. Só Deus sabe, ou talvez não. Dos zum-zuns, não se livra.
Continua? Talvez! …

Tranquilo, verifico que “descontando estes” todo o mundo gosta de mim.
A minha vida profissional e tudo onde interferi; Me enche de orgulho e perduram no tempo. Pois nem a “talhe de foice”.

Vejam-se dois exemplos de agora “desse tempo”.

Quando há poucos dias enviei estas fotos que encontrei no fundo do baú, ao meu Amigo Palma Lopes que também era Desenhador. Respondeu:
Adorei ver estas imagens. Acho que sou eu que estou aí contigo não é?
Tu, a tua bata, e a tua prancha de croquis. És inconfundível. Lembro-me perfeitamente da tua imagem. E lembro bem da obra.

(MONTAGEM DE UM RESERVATÓRIO de Nitrogénio Líquido "ou AZOTO")

Não é todos os dias que temos oportunidade de ver estas coisas. Até os minis… bons tempos. Abraço.


Execução do Maciço de fixação (início)



(Quase concluído)


Descarga no cais, do Reservatório fabricado na Inglaterra.
(Eu agarrado à Zebra, a meu lado o meu ”Director” e ao longe em frente, os Fuzileiros do Vale do Zebro)



RESERVATÓRIO (descentrado propositadamente, para passar ao lado do Alto-Forno)


O transporte (entre o Cais e a Central de Oxigénio)




Montagem
Ao lado, o Vaporizador do azoto líquido (a 196 º negativos). À frente, o 1º pilar da nova linha de fornecimento)

(Em pleno funcionamento)
Ainda hoje este reservatório “agora pertença dos espanhóis”, continua Firme e Hirto.





Enviei mais esta foto: (Maciço oscilante da Rectificadora  dos cilindros de compressão)
dos Trens de laminagem da chapa-a-frio.



Sabes que não estava mesmo a ver que obra era. Tu és o 1º da esquerda.

Agora sei e lembro perfeitamente... A rectificadora ainda lá está junto à porta do escritório do antigo armazém. Foi obra do Zé Raúl*,  cada um tinha as suas.
No entanto, como  era habitual, até pela curiosidade desta, passei por lá também.
Bons tempos
Abraço


Notas: (*) O meu malogrado Amigo José Raúl. Um nortenho da zona de Viana do Castelo, era Filho do Mestre Sousa “Homem de confiança do patrão Champalimaud”. O Zé era um dos raros Portistas existentes na Siderurgia. Acompanhei-o algumas vezes ao campo dos índios, para ver o Nosso Porto.


Nota. Um Maciço de várias toneladas oscilante ou “flutuante”, construído à cota zero dentro de um enorme Tanque. Desencostado, é suportado por várias dezenas de molas helicoidais, afim da Rectificadora de mós não “sentir” as vibrações existente na nave (a maioria oriundas dos 3 trens de laminagem da chapa a frio) onde foi implantado. Nessa máquina (Rectificadora Churchill, comprada na Inglaterra em 2ª mão), o grau de acabamento da superfície dos cilindros rectificados, é de três triângulos. (Para melhor compreensão dos leigos na matéria, poderemos dizer “Espelhados”)

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Complemento... Directo.


Descobri um pouco mais a páginas 45 do meu livro
Batalhão de Caçadores 2872
(HISTÓRIA DA UNIDADE)

. Como se vê, apesar de:

Em vez de fogo de artifício, termos sido recebidos com fogo real;
a Companhia 2504

 não se confinou ao sossego do lar. Confirma-se uma vez mais, que
também no DANGE nos fartamos de arriscar a pele.

Era a tal zona na Mata dos Dembos, que o Amigo Merca refere e muito bem de
"Perigosa"