O meu Amigo José Sá (mais conhecido pelo:Zé Sagres) é um rapaz das nossas
idades, que
“Tal como Eu” trabalhou na Siderurgia Nacional largos anos.
Agora na reforma, e porque lhe está no sangue o bichinho Metalúrgico,
Dedicou-se à prospecção, do famoso vil metal.
É agora, Garimpeiro.
Poderá o Leitor pensar, que este camarada não regula bem da cabeça.
Onde já se
viu nos dias de hoje, "procurando" ouro? (Neste país de impunidades, o mais simples, é roubar)
Pelo apelido se deduz, que este meu Amigo não gosta de vinho.
Conhecendo-o como conheço, tenho a certeza que foi uma escolha consciente, livre
dessa malvada “droga”.
Além de termos
sido Siderúrgicos, temos algo mais em comum.
Encartados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional "I.E.F.P."
Também fomos Formadores,
e mais ainda, Tal como Eu, é Transmontano.
Preocupado,
às vezes telefono-lhe.
Imagino este solitário “autêntico eremita” septuagenário e solteirão,
pulando (quais folhas de nenúfar) de pedra em pedra, nos rios e ribeiras da
zona de Chaves arriscando a própria vida.
Benfiquista dos sete costados, confessa que o azar o
persegue, pois o frasco que tem para “armazenar o Produto” continua vazio.
Talvez por ainda não ter conseguido ressarcir, o que gastou na
compra da (Bateia)* que mandou vir pela Internet.
Porque me lembrei do que te pode ter acontecido. O também teres encontrado alguns cacos quando cavavas o quintal, que guardas religiosamente, sem conseguires montar o “puzzle”.
A tua intuição de arqueólogo diz-te que parece ser um prato
“grande ou pequeno, não sabes”, e por mais voltas que dês não acertas. Reparas que
muitos bocados pertencem ao rebordo, só que não sabes a que distância os deves
colocar.
Interrompe
as palavras cruzadas, sopa de letras ou sudókus.
Porque aqui
vai talvez, uma pequena ajuda:
Agarra num dos cacos da periferia, de preferência “o maior” e
coloca-o de “bruços” ao canto de uma folha de papel. Com um lápis bem afiado “e
na vertical” risca a curva do caco na dita folha.
Ficaste
assim, com um risco curvo.
Retira o caco e marca 3 pontos (A-B-C) nesse risco curvo "quanto mais afastados, melhor"
Com o
lápis, liga agora os pontos.
O (A com o B e o B com o C) ficaste com:
2 segmentos de recta, que podem não ser iguais.
Agora com
um compasso "com centro nos pontos" procede como se indica na figura abaixo.
(Uma nota: uma vez o
compasso aberto, não lhe deves alterar a abertura)
Assim, como vais ver, dividiste as semi-rectas a meio.
Certo?
E agora se prolongares as duas linhas que se aproximam,
irás encontrar
no ponto de convergência, o centro do
prato.
Finalmente com o raio “do centro, ao risco curvo inicial” faz
a circunferência.
Pronto: Ficaste assim com uma ideia precisa do diâmetro do prato, que te vai ajudar a colocar os cacos da periferia, e não só.
CONVÍVIO NO RESTAURANTE
“ASSOCIAÇÃO DE FUZILEIROS”
( CAMARADAS )
Tal como
acontece comigo quando me desloco a Vila Nova de Famalicão Também o Furriel Fernando
Santos (da 2505) que costuma estar ausente em Cabo Verde, cada vez que vem ao
puto é pretexto para mais um Convívio da rapaziada.
Mesmo Eu não tendo o facebook, soube que “para não discriminar
ninguém” o Fernando divulgou atempadamente nessa plataforma, o local, o
dia e a hora deste evento. Assim, a 30 de Outubro e após tal divulgação, responderam à chamada
Camaradas da 2504, da 2505 e da CCS.
O seguinte, será muito provavelmente próximo das Caldas da Raínha no
Restaurante Solar dos Amigos, no Guisado “à semelhança do 1º em 10/04/2012”.
No dia D após ter madrugado, fui buscar o Fernando Santos a sua casa.
Na viagem para o Restaurante, ventilei a hipótese de não sermos os primeiros a chegar e
“parecendo que sou bruxo” como vais confirmar nas imagens do pequeno filme, foi "como previa" o setubalense Furriel Enfermeiro da 2504 Jorge Severino, quem ganhou o
prémio.
( Fomos poucos, mas bons )
Talvez por
a minha Companhia 2504 ter estado grande parte junta à CCS,
e a 2505 ter
percorrido alguns trilhos da 504 “ou, vice-versa”,
Lembrando a Inesquecível
(RÁDIO POP) Estivemos todos, em agradável sintonia.
Por este grupo se ter apresentado coeso e livre “de
preconceitos”
Acabei por recordar o Lema do nosso Batalhão
(CONQUISTANDO
OS CORAÇÕES SE VENCE A LUTA)
As poucas horas deste salutar convívio, parece que
encolheram e se transformaram em alguns minutos apenas.
Acabado de
chegar da Farmácia, senti-me de novo, “Maior e Vacinado”
A partir de
agora se aparecer alguma gripe poderei perguntar alto e em bom som
(Quantas
são? Quantas são?)
Para
comemorar, na companhia da minha Rosa Augusta, resolvemos ir ao Teatro ver o Gordo (que cada vez está mais magro)
na peça “INSÓNIA”.
Deslocamo-nos
então a Lisboa ao Teatro Armando Cortez, e aproveitei para captar algumas imagens do
percurso fluvial, que agora adiciono ao pequeno filme do Convívio.
Aqueles Camaradas
que optam por chegar ao Barreiro de carro
Atravessando
o rio Tejo através das pontes,
Perdem uma
boa oportunidade de fazer este pequeno
“Cruzeiro
no estuário”
Com um percurso entre as margens, próximo dos 9 kilómetros.
Os Barcos Antigos e as suas características na foto abaixo
O Pimenta agarrado ao Pincel, pintando um desses.. (O Barco Trás-os-Montes)
Uma pintura com tamanho definido, para tapar o Quadro Eléctrico cá de casa
Os Barcos Modernos
E agora mais algumas imagens, num resumo resumido
Àparte dos Convívios Anuais das Companhias
O da
2504 em 2019, como já anunciado no Blogue, "em princípio" terá lugar na zona litoral centro
(Entre Monte Real e a Figueira da
Foz)
Destaco a persistência
do Camarada Merca para levar a cabo no próximo ano, um Convívio "a nível do Batalhão" comemorativo "porque é um número redondo" dos 50 anos do nosso Embarque para Angola,
Provavelmente será no dia 5 do
mês de Outubro, no Restaurante Manjar do Marquês em Pombal.
(A ver, vamos)
"Recordo os Camaradas, que 10 dias depois (dia 15) é o meu aniversário" (Nada de géneros perecíveis, ok?)
Foto tirada no UÍGE, após o piloto meter a 1ª no momento do arranque.
(Além de mim, conheces mais algum interveniente?)
Um Convívio inicialmente
pensado só para Graduados, mas decidiu-se que será aberto a todo o mundo incluindo
familiares.
Lembra-te: Este Convívio realiza-se de 50 em 50 anos. Poderás
ser desculpado caso faltes a este, o mesmo pode não acontecer, se faltares ao
próximo em 2069.
(E não venhas depois com desculpas, de que não gostaste do número)
Para
conheceres um pouco melhor o BARREIRO, carrega no link abaixo.
(Organizado pelo ex-Furriel Pimenta) Como Anfitrião, uma vez mais o meu BAIXATOLA BAR, foi um autêntico
Bunker da Guerra.
Vindo directamente de França na sua linda e bem equipada Auto-Caravana, apresentou-se
na véspera deste evento o Camarada Furriel Campos com a sua esposa Alice. Já do lado de cá e para "fazer horas” vaguearam por diversos sítios entre eles a linda
terra onde nasci. (Vila do PINHÃO)
Imobilizaram-se
finalmente no parque de estacionamento do meu prédio, mesmo em frente ao BAIXATOLA BAR. *+* Com a presença
deste Operações Especiais a menos de 5 metros da casa, senti-me nessa noite Super-protegido como se estivesse no Dange dentro do Fortim à prova de bala, muito embora tenha descoberto que este Amigo já precise de auriculares.
E porquê? Pergunta o leitor.
Porque como atrás disse, estiveram na França. Segundo sei, numa concentração de
Auto-Caravanistas.
Quando menos esperava, recebi uma chamada telefónica.
Atendi e ouvi-o
dizer: Acabo mesmo agora de entrar em Portugal. Ao que respondi: Não faças
isso. Volta pra trás. Esta merda de país, não interessa a
ninguém.
E como não pertence ao governo, de certeza que não me ouviu _____
No dia do
Convívio mais seguro fiquei, porque “como estava combinado” tive a honra de dar
guarida ao casal vindo de Setúbal, Furriel Jorge Severino e sua esposa
Leonor.
Aquartelados nos meus domínios, quis no dia seguinte fazer uma gracinha. Após um esforço tremendo para acordar cedo, e para os acordar, coloquei o meu telemóvel no parapeito de janela com o som no máximo a tocar a "Alvorada", mas parecendo que errei no toque, permaneceu o silêncio. Estranhei e descobri que estes não brincam em serviço. Afinal, já estavam
sentados na pastelaria EXLIBRIS a poucos metros de distância, tomando o seu pequeno almoço.
Diz o ditado: Se não os podes vencer, junta-te a Eles… E foi o que fiz.
Sabendo que no dia seguinte os meus gostos iam ser escrutinados, aproveitei o facto do Furriel Vítor Santos também ter chegado um dia antes e ser experiente na arte de saborear um bom whiskey, para o convidar a fazer
parte na escolha das garrafas de espumante para o evento. (vulgo, Champanhe).
Uma grande responsabilidade, porque sabíamos que ia estar presente o também produtor desse precioso líquido de Anadia
(Furriel Alegre), um autêntico escanção que não perdoa.
Sem uma
ideia precisa da quantidade necessária, socorri-me da experiência da Melinha
que me indicou umas tantas. Graças ao Vítor e ao Campos, não cometi o erro de comprar as
indicadas por acharem que pecava por defeito. Assim sendo, comprei por
excesso. Foram mais do dobro a ainda bem…
Restaram apenas duas para contar.
Quase todas
diferentes, deram assim para satisfazer os gostos de cada um.
Graças a
este controlado “atraso” na compra das ditas, ouvi algumas críticas
“construtivas” que mais pareciam falas da minha Rosa Augusta. (É pá: Grande
calma a tua… Deixas tudo para a última) Ao que, como filho de alentejanos costumo dizer; Tal tá a moenga heim? Calma, o povo é sereno.
Com quase 12 horas no Frigo-BAR do BAIXATOLA, saíram fresquinhas a estalar.
Mas deixemo-nos de conversa e passemos ao que interessa:
“O NOSSO CONVÍVIO”
Calhou a
altura, de o organizar de novo.
Já lá vão
12 anos (2006) que também reuni em Famalicão no meu BAR, esta rapaziada.
Esta, uma das Ofertas a todos os Camaradas presentes nesse Convívio. Dos barros "Flor da Rosa" são Pratos iguais mas diferentes, (ligeiramente maiores que os comuns) foram feitos e pintados à mão, numa Escola de Cerâmica "existente na altura" na Câmara do Crato. *************** Um
Convívio outrora restrito a Furriéis, que anos depois mais abrangente, se tornou no “Convívio dos Graduados"
(A
organização do anterior calhou ao Capitão Conde e Silva, o próximo compete ao
Alferes Costa)
“À excepção do Capitão, que desta vez não
contou que nesse dia tinha um evento já confirmado” Uma vez mais o núcleo duro esteve presente. O ponto de
encontro foi no parque do meu prédio às 12
horas da madrugada.
Responderam à chamada, os seguintes mancebos:*
Furriel Pimenta
e a sua Rosa Augusta
Furriel Ascendino
e a sua Arminda
Furriel Vítor
e a sua Maria Rosa
Furriel Rebelo
e a sua Fernanda Furriel Silva e a sua Albertina
Furriel Alegre
e a sua Fátima
Furriel
Campos e a sua Alice
Furriel
Jorge e a sua Leonor E mais ainda (o solteirão ex-seminarista)
Alferes
Costa com Deus Nosso Senhor que nos acompanha para todo o lado.
Quase duas horas depois, partimos para Viatodos (Barcelos) rumo ao Restaurante.
Baseado nos que dizem (Equipa que ganha não se mexe);
Também Eu uma vez mais, “à semelhança do anterior” dirigi o pessoal ao Restaurante Melinha para degustar um lauto e variado almoço.
No início deste e para eternizar o encontro, distribuí aos Camaradas um ( _ACRÓSTICO alusivo ao Convívio no BAIXATOLA BAR_ )
Desejando que a cartolina onde foi impresso, não seja. biodegradável.
Para memória futura, também ficou exposto no meu Altar da 2504.
Uma nota tardia: Que me desculpem os demais, por
dizer o que penso.
Filhos e Netos um dia irão
ler este Acróstico, e ficarão a saber que o Pai ou Avô pertenceu à 2504, e que alguém
sabendo do que fala, a designou Valente Companhia.
Só agora depois de o ter distribuído, é que me recordei da reação tardia àquilo que o Merca um dia escreveu. É pois muito provável que “dada a gravidade da afirmação” surjam outras, mais valentes ainda.
À semelhança do que já tinha acontecido, o bolo alusivo ao Evento bem como o respectivo espumante e seus derivados, foram oferta do BAIXATOLA BAR. (só que desta vez para a sossega, não houve Sardinhada)
Três dias antes, tinha enviado à Pastelaria, um e-mail com o desenho do emblema e respectivos dizeres, a figurar no Bolo comemorativo.
(Aspecto Inicial do dito)
Regressados
do Restaurante e de novo reunidos no BAIXATOLA BAR, quase não ligaram aos jogos existentes, e ao
dispor, nomeadamente o electrónico e já conhecido "Setas ao alvo", o “Não me toques” ou das bolas às latas “Derruba-me”.
Caiu por
terra, a minha ideia de visitarmos o Museu da Guerra Colonial no Lago-Discount em Ribeirão
Ou a Casa de
Camilo Castelo Branco, em São Miguel de Seide.
Todo o tempo foi pouco, para recordar a guerra.
Gostei
porque gostaram, do novo BAIXATOLA-CINE e de toda a envolvência, da réplica que fiz em acrílico do quadro a óleo do Giga, das minhas eletrónicas, etc. e não
só. Como é habitual na 2504, reinou a sã e exemplar Camaradagem "Jamais beliscada" que nos caracteriza ao longo dos anos. Ao som
da música e debaixo de luzes psicadélicas do BAIXATOLA BAR, destacou-se a energia (usa pilhas Duracell... só pode) do nosso transmissões Vítor Santos, que desta vez não resistiu a dar “com a sua
partner” um pezinho de dança.
Com a “delicadeza merecida” falamos de gente que não interessa, cujo
saldo me satisfez.
Quais as diferenças "a registar", entre Este e o Convívio de 2006 ?
Eu direi: Algumas.Nomeadamente, entre outras...
Agora
(ALGUMAS IMAGENS OBTIDAS)
Esta a Tangerineira que viste no filme linda e viçosa uns meses depois,
que por força das circunstâncias foi "abandonada" mas não esquecida.
(Sempre que necessário, é tratada e regada)
Verifico sem
surpresa neste entremeio, que a imaginação de alguns é bastante fértil.
Para não darem
cabo do miolo, vou dizer o que abaixo tinha escrito que não dizia.
Eis o
nome do Camarada mistério:
António
Carlos Fernandes da Mota “um Amigo quase de infância” que foi mais um que cumpriu o serviço
militar em Angola (de Faca e Garfo) mas este como Cozinheiro, na Companhia 2634 do Batalhão 2844.
Se não o conheces, podes vê-lo cumprindo o castigo de contar umas anedotas no último encontro deste ano (2018) da rapaziada do meu Curso Industrial, que de novo organizei em
Uma nota: - Trata-se do meu cunhado, o Concertinista que aparece no filme a desenferrujar as palhetas. Outra nota: - A este ritmo "12 anos de intervalo", convoco desde já o Pessoal para novo Convívio no BAIXATOLA, em 2030. (*)- Todas a justificações
dos ausentes foram plausíveis e convincentes, menos a do camarada Daniel Tacão
Monteiro, que a grande maioria não entende muito bem. Esperando que tudo
seja esclarecido, apresentar-se-á no próximo bem ataviado, e receptivo ao
puxão de orelhas a que todos vamos ser sujeitos. (VAMOS NESSA?)
Relacionados: Esteve sempre presente como
não podia deixar de ser, o irmão do Gerente do BAIXATOLA, Carlos Pimenta e no acto do corte do
bolo, também a esposa Madalena. - Morando perto e sabendo do evento, apresentou-se o 1º
Cabo da nossa Companhia Mário Ribeiro, com a esposa Fátima. - Uns dias antes tinha recebido a visita de
alguém que não digo, pertencente a uma companhia que também não digo.
- No dia do regresso à margem
sul, apanhando-me a conduzir, recebi um telefonema do Camarada Amigo Furriel Glória que não contactava
há quase 50 anos. Chegado ao BARREIRO liguei-lhe e recordou-me peripécias passadas. Tal como eu, possuía e
possuímos, um gravador de bobinas de marcas diferentes, com as mesmas
toneladas de músicas daquele tempo, muitas delas gravadas em conjunto no Luso na mesma
origem. Ouvi pelo telemóvel um pouco de música deste Saxofonista. Desmentiu
afirmações soezes de alguém (QUE NÃO PERDOO) e convidou-me a passar férias nos
algarves numa das suas casas, etc etc. Agora na posse do seu nº de telemóvel, atempadamente outras recordações surgirão.