domingo, 23 de fevereiro de 2020

2020 - Não há duas, sem três.

CAMARADAS

Para confirmar o ditado (NÃO HÁ DUAS SEM TRÊS) os “habitués do costume"
Vão reunir-se uma vez mais no Restaurante Típico Solar dos Amigos,
no Guisado/Caldas da Rainha.

Um convívio inicialmente pensado para a rapaziada de Lisboa e arredores,

Mas desde logo, extrapolou os limites,
como podemos confirmar vendo os dois vídeos aqui existentes.

Tendo como pretexto uma vez mais,
a chegada do Furriel Fernando Santos a este país de corruptos,
esperamos que estejam presentes tal como sugere o nome deste Restaurante Típico,
os "ou mais" Amigos.
Que foram protagonistas, no elenco desses vídeos.

SE VENS POR BEM, PODES ENTRAR

domingo, 26 de janeiro de 2020

2020 - Até mete raiva!

Até mete raiva.

Até mete raiva, porque os “surfistas” que aqui vais ver a divertirem-se no Barreiro, a tão poucos metros de um ex-libris,
Não se dignaram virar a câmara para o dito.

Qual ex-líbris? Perguntas...

Nem mais nem menos, que os Moinhos de Alburrica.


Tão badalados, existem quase ao lado do Restaurante dos Fuzileiros,
Restaurante que podes Ver ao longe no pequeno filme,
Aqui assinalado, logo atrás do cicerone.
A diversão começou nestes últimos anos, por causa da potente propulsão dos novos Catamarãs, que fazem agora a travessia
Barreiro/Terreiro do Paço - Terreiro do Paço/Barreiro


Ao contrário dos actuais, que são rápidos












Existiram estes que eram lindos, mas um tanto pachorrentos
(TRÁS-OS-MONTES)

Por ter viajado neste diversas vezes, e por ser trasmontano tal como Eu,

Serviu de modelo como podes ver, a uma das minhas pinturas





Uma curiosidade.

A ondulação produzida, "como verás" agora aproveitada para a diversão destes surfistas, e fruto da existência de viveiros de ostras "extintos há muito tempo", também deu origem ao aparecimento no areal dos Moinhos,
de milhares “talvez milhões"de conchas que estavam depositadas ao longo dos anos “tranquilamente adormecidas”, no fundo do rio.


Eram um perigo para os pés descalços mas já não são.
As marés vivas que entretanto surgiram, acabaram por lhes depositar areia em cima, camuflando-as.

Mudaram de sítio, e dormem de novo, tranquilamente.

Como se lê no filme, os surfistas acenavam, e o piloto acelera para que as ondas sejam maiores.

Mas… pelo que sei:
Um iluminado para compensar o que esbanjam, tramou uma vez mais os trabalhadores. Cortaram diversas carreiras e reduziram a velocidade.

Como se sabe, quase toda a margem sul,
“o  deserto do cretino J’amé”
é um dormitório do pessoal, que trabalha maioritariamente na margem norte.


Viajar entre Lisboa e Barreiro vai demorar mais tempo para poupar 400 mil euros por ano
Fora das horas de ponta nos dias úteis e aos fins-de-semana, as viagens entre Lisboa e o Barreiro vão prolongar-se por 25 minutos e não por 20, como habitualmente, anunciou ontem o Grupo Transtejo.

As viagens todas iguais, foram divididas em viagens normais e viagens em horas de ponta
+++.
Com estas restrições, constactou-se no verão passado que só poucos pilotos arriscaram fazer a gracinha.



Se para estes foliões as ondas são "como as castanhas" bonitas e boas, cá por mim, quando lhes passo por cima...
Detesto-as.

Detesto-as porque fico quase sempre “almareado”, quando o “meu” Catamarã, se cruza com o do sentido oposto.

Ao contrário dos antigos em madeira, robustos e de quilha afiada.

Estes quase vazios, mais parecem que deslizam à tona d’água, semelhante a um “alfaiate”.


(É por causa disso, que quando existem ventos mais fortes, suprimem carreiras)

Dependendo dos dias e horas, há vezes que “olhando a quantidade de passageiros” mais parece não se justificar a viagem.

É exactamente nessas alturas, apesar da minha preocupação em me sentar num lugar central por causa das oscilações (no centro de gravidade), melhor ainda...
”Frente ao BAR”,
que "lá á frente" a proa cada vez que nos cruzamos, sobe e desce de tal modo,
Que até dá para assustar os mais incautos.


E assim às vezes chego ao destino meio grogue,
Felizmente que a coisa passa rápido.


Relacionado:


(*) - Exagero? Talvez. Não tive tempo de as contar...

domingo, 5 de janeiro de 2020

2020 - Lado-A/Lado-B

CAMARADA:

Na postagem anterior, por causa de um mentiroso;

 Fui obrigado a colocar os pontos nos iiiis, recordando uma vez mais o Lado-B da nossa guerra. É o lado que a todo o custo tento esquecer, mas infelizmente “pelos vistos” não me deixam.

Recordar-te-ás que foi meu propósito aquando a criação do Blogue, contar e “postar” essencialmente, o Lado-A . O lado onde tenho registado tudo o que de Bom “e menos bom” Me aconteceu. Ao contrário do outro, do azar, tenebroso, e não só.

E por falar nisso, com as minhas desculpas aos nossos Seguidores por tal ter acontecido,

Conto agora a 2ª parte de uma história “já contada”.

Parte esta, que quase ficava entre o 
A e o B.



No “33°- Convívio anual dos Furriéis da 2504”
que ocorreu no ano passado (2019) em Anadia
recordei uma vez mais, que me tinham roubado todas as peças da farda,
que estavam ao cuidado da minha lavadeira de Quibaxe.

Numa de leva e trás; foi quando ia fazer a transacção, Roupa suja/Roupa lavada, que Ela me deu a notícia...
(Meu furrié... Tás fudido)

https://ccac2504.blogspot.com/search?q=lavadeira

"15 dias depois"

Novamente em Quibaxe,
para novo reabastecimento.


No que à roupa diz respeito
"nos intervalos ia-me desenrascando



(Aqui, no Rio Dange, lavando roupa íntima)


Como não a vi à minha espera para me dar a roupa que lhe tinha entregue, e também para saber se a outra tinha aparecido, resolvi ir à procura dela.

A nossa chegada a Quibaxe foi bem cedo, e o regresso ao Dange,
ficou marcado para as 6 da tarde.

Com as tarefas orientadas e as tropas a responder com aquela eficácia,
Deduzi que tinha a tarde por minha conta.

++++
Assim… Com uma noção “mais ou menos precisa” de onde seria a sua casa, “após dizimar o belo bife de pacaça no Restaurante habitual” pus mãos à obra.

Desci a Avenida, e perguntei por ela a uma colega (Lavadeira) que na paragem aguardava " confortávelmente" o machimbombo, 
Respondeu: Deve estar em casa.

Como já me tinha convidado mais que uma vez para ir lá a casa, sabia que residia a poucas dezenas de metros do musseque principal.

Ultrapassei-o, e descobri ainda ao longe, que as palhotas seguintes estavam do lado de lá de um pequeno vale onde poderia existir um riacho, e afastadas umas das outras alguns metros.

*********
O capim à minha frente era enorme. Cada vez mais alto, por vezes não deixava ver as palhotas nem tão-pouco o musseque atrás.

 Não havia problema pois o sol estava no auge e “um gajo do norte” não vacila…

O caminho,
de Picada passou a trilhos.


Acoisa parecia mais fácil.

Uns trilhos num capim denso, que pareciam ter “taipais” dos lados, e sido desenhados por arquitectos do Dubai,
“tinham a configuração de uma palmeira”.

Parecendo que cada residente tinha o seu trilho de acesso privativo, os mesmos “com uma largura bem inferior ao metro” iam divergindo do principal a “todo o momento”.

Restava-me a consolação que no regresso, no sentido Palhotas/Musseque seria bem mais fácil. Podia seguir quase de olhos fechados, dado que as “diversas folhas da palmeira” convergiam para o tronco.

A meio do percurso, porque o céu começou a escurecer, estive tentado a desistir.

Mas: Como “um homem é um homem e um bicho é um bicho” continuei.

Ultrapassei com um pequeno salto, o riacho que mais parecia uma vala.

Andei mais umas dezenas de metros, e quando vi aquela barraca...
Chamei por Ela; 

kalívio” por sorte acertei.

Porra, moras no cú de judas.

Apesar da surpresa, fui recebido com pompa e circunstância e convidado a entrar.
Entrei no open-space, e sentei-me expectante numa espécie de baú.

De repente: Se por acaso estivesse para acontecer algo, tudo se desmoronou.
E porquê?

Porque a amena cavaqueira "do nada", foi abruptamente interrompida pelo estampido de um enorme relâmpago, com o simultâneo trovão.

Quase saltei. De imediato um vendaval, e um dilúvio desabou..


Recordo, que estávamos estacionados na mata dos Dembos, precisamente no Dange, protegendo a construção de um Fortim e de uma Ponte sobre o rio.

(No interior do Fortim, Eu com três Camaradas, Furriéis da Engenharia)

 Os relâmpagos ininterruptos penetravam com facilidade naquilo que outrora teriam sido “sólidas” paredes, iluminando totalmente o interior da palhota.

Entre os raios e coriscos, uma coisa Me chamou a atenção.
Do tecto em capim, nem uma pinga.

Os minutos passaram a horas, e o temporal não amainava.
Com respeito à minha roupa, chegou-se à triste conclusão que o melhor era esquecê-la.

Talvez para fazer sala, simpaticamente pegou naquilo que mais parecia um mamão e ofereceu.
Sem vontade de comer o que quer que fosse, agradecido recusei.
O que Eu queria naquele momento, já não era comer, era sim regressar.

Reparei que comia com satisfação e fiquei intrigado quando disse:
FURRIÉ, ainda bem que não queres. Se comesses ficavas umas horas com o pau feito. !??.

“Desconheço o que seria, mas já pensei em telefonar-lhe”

****
***
*
Meu FURRIÉ

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

2019 - Balanço do Ano

CAMARADAS
É já tradição nos finais do mês de Dezembro, os órgãos de informação fazerem uma súmula daquilo que teve mais destaque, no Ano corrente.

Ora como o Nosso Blogue é considerado por muitos, um precioso “para não dizer excelente” Orgão de Informação, não podíamos fugir à regra.
 
Assim sendo, aqui vão 2 destaques:

Escrevi numa postagem que fui apanhado de surpresa, quando descobri que o nosso Blogue tinha atingido “ultrapassado até” as
100 mil visualizações.

Não resistindo, fui espreitar a estatística desse mês


Confirmei com satisfação uma vez mais, que somos mais do que vistos por cá, 
mais ainda, Internacionalmente.

Como gestor do Blogue, quero dizer aos nossos Leitores;
“Obrigado pela preferência”

Já que aqui não existe a possibilidade de dar uns “laiks”, o que posso pedir,
é que divulguem a todo o mundo militar que nós existimos.

Mas não posso embandeirar-me em arco,
com a agradável constatação referida,

uma vez que:

Existe em destaque, uma notícia bem mais desagradável.


Lamentávelmente nem tudo são rosas.
Saiba o Leitor de algo que Eu não sabia.

Eu sou um Abusador.
+++

Sinceramente não sabia mas vim a descobrir, quando alguém escreveu
“Para uns quantos”
Aquilo que Eu agora divulgo a centenas ou milhares, porque acho uma injustiça que fossem só três ou quatro a saber.

*\/*
Numa de “QUEM TE VIU E QUEM TE VÊ”, vou contar a história.

Era uma vez alguém, que desceu miserávelmente na minha consideração.

Aldrabão e mentiroso o quanto-baste, um dia esquecendo “propositadamente” o meu nome, chamou-me hóspede.
E azar dos azares. É agora o “Hóspede” que esqueceu o nome do amnésico.

Com nome de um veículo com 2 rodas, não o posso chamar carrinho de mão, porque só tem uma. Chamemos-lhe então, LAMBRETA.


 
Acabado o intróito, passemos aos factos.

Andava Eu à procura do mail que enviei para reclamar um pequeno defeito no fornecimento do portão com porta do futuro Hectopieze BAR II quando descobri o que enviei ao Camarada Furriel Glória da 2506, por causa desse Lambreta.

Li e reli, e jamais esquecerei os Copys/Pastes que enviei. Para ficarem bem visíveis, realcei-os a amarelo.
+++++
Só de pensar na desfaçatez desta Lambreta, me revolta.

Na altura no facebook, “coisa que não tenho nem quero” enviou para alguns do seu grupo baseado numa História real que contei, uma extraordinária MENTIRA.

Sem os Copy/Past ou até os Print’s guardados, para rápido entendimento,
Eu resumo:

No leste de Angola, após o meu acidente perto do Lucusse na picada Luso-Gago Coutinho que ocorreu uns dias antes do Natal de 1970, fui evacuado de urgência numa avioneta “Dornier” para o Hospital do Luso.


Ultrapassando peripécias “já aqui descritas no Blogue” continuo resumindo:
Três dias após ser operado aos braços, um grupo de Amigos da 2506 (pelos vistos menos um), convidaram-me a ir viver com Eles na vivenda que alugaram,
O tempo que fosse necessário.

(Um gesto que Grato, Jamais esquecerei)

Agradecido aceitei, e Os meses foram passando...




A Vivenda e os dois “empregados”, inexcedíveis na ajuda, a quem muito devo.

Certo dia “após a retirada do gesso” em mais uma consulta no Hospital,
o Médico verificou que a minha queixa tinha toda a razão de ser.
Era pouca ou quase nenhuma, o resultado da fisioterapia ali ministrada.

Já farto, queixei-me, e exigi ser tratado em condições.

O dito embora renitente, aceitou a minha sugestão, e finalmente enviou-me para
o

Centro de Reabilitação de Luanda.



Na posse da guia de marcha, com tudo saldado (menos a dívida da gratidão sentida) despedi-me dos Camaradas.

Como a coisa estava ainda muito “fresca”, foi exactamente o marafado Glória que num gesto de Camaradagem/Amizade 
me ajudou a levar as malas para o aeroporto e avião.

Mas, tal como está escrito no final da postagem do “link abaixo”, já sentado no momento da partida, surgiram duas Freiras que acompanhadas de um tripulante pediram “a Mim e ao colega do lado” para trocarmos de voo. Meio contrariado abri o cinto de segurança e novamente em terra firme, disse-lhes Adeus.

Apeado, lá tivemos de dar o dito pelo não dito, e voltamos à estaca zero.

Uma semana depois repetimos o gesto.

De novo despedi-me da rapaziada, e finalmente levantei voo no dia 8 de Março de 1971, como podes confirmar no documento abaixo, que foi passado já no Hospital Militar de Luanda, no próprio dia da partida.


Ou ler, carregando no link.

Ora o Lambreta “apesar de daltónico” quis dar um certo colorido à História.

Cagando a pintura, alterou o motivo da minha saída, para:

(…) “Abusei da hospitalidade” e por isso, Fui posto na rua.

Tal como fez um dia, quando interpretou à sua maneira
Uma postagem do Blogue da 2505 com diversos anos, onde deturpou o sentido da mesma, alegando que a sua Companhia era "essa sim" a melhor, até porque foi treinada por forças especiais etc e táis.

Uma Nota: Sabendo que ninguém acredita que eram melhores; Este ano "o inconveniente" no Convívio do Batalhão (50 anos depois, apesar da contestação de alguns) voltou de novo à carga, tentando impingir uma vez mais aquela versão.

Camaradas das restantes Companhias

DE UMA VEZ POR TODAS, FAÇAMOS UM ESFORÇO
Acreditemos por favor que a 2506 era muito melhor que Nós, e "porque não até" a sua cozinha possuía 5 estrelas Michelin.

Também o Lambreta, talvez ressabiado pela crítica “Minha, e não só” da incapacidade que tem em honrar a palavra dada, de "escrever no seu Blogue da 2506 preto no branco" que
foi graças ao livro História do Batalhão* (que o Pimenta cedeu) que finalmente encontraram o camarada Nunes
(Infelizmente agora, já falecido)

Carrega no link abaixo e Lê com atenção.
Descobriu no nosso Blogue, a minha postagem com 6 anos (datada de 17 de Fevereiro do ano 2013) onde conto mais uma parte da minha História.

Lê com atenção “por favor” a primeira parte, carregando no link abaixo.



Se já leste, lê agora o que o Lambreta escreveu “maldosamente” para alguns dos seus amigos:
“Copy/Past” (…) Lembro-me até que uma ocasião houve que tivemos que intervir rapidamente porque o Glória, em desespero de causa - mas também talvez um pouco toldado pelo álcool -, encostou uma faca à barriga do “hóspede”. É só falar com ele, Glória, pois ele se deverá lembrar disto.

Especialista em “Dividir pra reinar” o Lambreta agora fez uma investida inglória,
metendo à liça, o Glória.

Em Boa-Hora o fez.

Tenho agora à disposição se quiser, férias no Algarve e sem despesas de alojamento

Matei saudades deste fiel Amigo “que não é bacalhau”, recordamos façanhas e não só, não esquecendo as largas horas de gravação das músicas nos nossos aparelhos de som.
 Uma nota: Por causa da RÁDIO POP da 2504 no Lucusse, ganhei “alguma confiança” com funcionários da Rádio Moxico no Luso, coisa que deu um jeitasso para levar a cabo aquela tarefa.

Tal como Eu, o Glória ainda preserva o seu gravador (vertical) em boa forma.

O Meu “Grunding TK 247 de luxe” (horizontal), bem como quilómetros de fita gravada, estão em Vila Nova de Famalicão no BAIXATOLA’s-BAR, em perfeita saúde como podes constatar por exemplo, no final deste pequeno vídeo, carregando no link:

https://www.youtube.com/watch?v=tZzBWdS-QuY&t=219s


Porque ao Lambreta o tiro lhe saiu pela culatra,

talvez o próximo capítulo seja;
A transcrição (SIC) da  conversa que tive com este saxofonista marafado.

Ora como se lê; Não resistindo começa logo à partida a aldrabar, trocando o punhal da história, por uma faca. Do mal o menos. Como foi chefe dos cozinheiros, dou de barato. Podia ter sido um garfo uma frigideira ou até uma perigosa colher de pau.

*****
Mas melhor seria ter escrito, TIVERAM em vez de TIVEMOS. É que me faz lembrar defacto o Camarada Glória, num lindo diálogo:

Já agora, esta o Glória também pode esclarecer
…. Alguém andava na altura totalmente debilitado, com um bruto “Esquentamento” de caixão à cova. Chegava a ser encontrado por vezes, em conversa íntima com o Senhor, rezando na cama atrapalhado com o tremendo problema que carregava.
++
Recordo o Glória quando uma vez Esse baixou as trusses e Lhe perguntou:
Que achas Glória? Diz-me.

O Glória parecendo muito atento fixando o olhar, ao invés de uma resposta “piedosa” perguntou:
É pá, tu usas sempre cuecas? E a resposta foi; Sim... Porquê?

Ao que o Glória respondeu com o seu habitual humor “desta vez um pouco macabro”

É para não perderes os tomates.
Pelo aspecto, parecem-me que podem cair a qualquer momento.
É óbvio que alguém assim debilitado, estava  incapaz de interferir no que quer que fosse, pois mal se segurava nas canetas. Se não fosse o Nosso Cabo como conto a interferir, hoje o “hóspede” poderia estar morto.

Foi uma história guardada às 7 chaves, que aparece agora,
Porque alguém se pôs a jeito.


O Lambreta, tinha escrito para alguns, que:
Eu abusei da hospitalidade concedida, “quando morei na vivenda com Eles na cidade do Luso”, acabando por me terem posto na rua.

Aqui vemos o requinte de malvadez deste agora cretino, (que jamais perdoarei).

Dá a entender o Lambreta, que é impostor desde há muito. Dá a entender que fez um frete, para me aturar nas largas semanas da minha presença. Deduzo “mas não acredito”, que não houve unanimidade no convite que me fizeram.

Estará a ser ónesto no que diz, ou é Ressabianço?

(peut-être)


Sem denotar qualquer arrependimento, mesmo sabendo a merda que fez,
De novo voltou à carga.

(Copy/Past) …Sobre o caso ocorrido no Luso reitero tudo o que afirmei anteriormente, que pode ser comprovado por alguns camaradas…

Como se lê, numa de espelho meu espelho meu perante os mais chegados,
Reitera a mentira inventada.

Eu daqui lanço um repto: Não és omem nem és nada, se não Me apresentares ao menos um “pode ser Meio” desses tais camaradas, que confirmem que fui expulso ou convidado a sair.

Sinceramente às vezes penso qual será a razão para que a "quase" totalidade dos Camaradas da sua Companhia
(quase porque está provado que não são todos),
Não lhe põem um freio, e aos seus devaneios.

Ao contrário do que parece com alguns, Eu não lhe devo nada.

De consciência tranquila e orgulhoso do Meu Presente e Passado;
Costumo dizer aos meus, “Cabeça levantada” porque não devemos nada a fdp nenhum. É mesmo por isso que:
Comigo não se governa.

Sei que ficou piurso, quando uma vez mais duvidei do que conta.

O resumo; - Quando a sua tropa, composta por Operacionais "mais que batidos" estavam em mais uma operação em plena mata, desnortearam-se de tal modo que não atinavam na saída. Ei-lo que surge, como que uma providência divina…

Talvez convidado “só pode”, o inoperacional do arame farpado vago-Mestre “quase que adivinhando”, foi munido da sua bússola porta-chaves. Na hora e local certo resolveu a questão.
Apontou num ápice aos Camaradas Operacionais incluindo a Chefia,
O tão procurado azimute.

Tenho pois a certeza, que se não fosse este a dar aos Camaradas esta “bofetada de Luva branca” ensinando-lhes a arte do orientanço, ainda hoje "50 anos depois" lá andariam a pé, gastos até aos joelhos, às voltas para saírem da guerra.

Como gosto da grande maioria dos camaradas da 2506, apraz-me dizer: 
Abençoado sejas.
Quanto a Nós da 2504, porque não usávamos tal penduricalho, usávamos uma a sério.
 Se por acaso não a levássemos, ou lhe “acabasse as pilhas”,

Usávamos o GUIA, à nossa frente.
(Embrenhados na mata, uns minutos de repouso à sombra)
Eu no lado direito, de boné ao centro o Guia, à esquerda “mais impercetível ainda” um dos Carregadores.
(Recordo essencialmente este GUIA por ser especial. Tinha 6 dedos em cada pé)


(Uma adivinha super-difícil)… As Confraternizações anuais da 2505 e da 2506 faziam-se em conjunto. Mas “p'ra cúmulo” por causa da tal tardia interpretação que 1 ou 2 quiseram fazer, os da 2506 separaram-se.
Já este ano roeram a corda.
Pergunto ao Leitor: (Quem foi o Mestre?).

Para terminar, mas voltando um pouco atrás.

(*)- Tal como leste anteriormente, vim a saber e confirmar, que o Lambreta estaria intrigado, por Eu ter o tal livro do Batalhão, e não ele? Logo Ele, que se arvora em fiel depositário do espólio...
(O melhor é Eu estar calado, ainda descobrem, que o roubei)
+++
Intriga-me “pois tenho a certeza absoluta” que até os mais chegados sabendo de tudo o que Eu sei "e mais ainda", porque não movem uma palha para lhe moderar os devaneios, que lhe são tão peculiares?

Sei que o vão tolerando, porque "segundo consta atropelando o primeiro" assumiu a organização dos Convívios da 2506 e não mais a larga. Porque reúne todos os contactos, existe o receio de os não fornecer, e por isso nãos serem capazes de continuar.

Prevejo que a primeira vez que a largar, cairá redondo do pedestal onde se coloca.
Um pedestal aparentemente assente em três pilares, que ao contrário do óbvio, oscila e em demasia.
Pelo que sei, só um se mantém inabalável firme e hirto, quanto aos outros "porque são livres, têm olhos e ouvidos" não diria o mesmo.

Sem moral ou vergonha do que quer que seja, escreveu no dia 21/05/2018 às 17 horas e 34 minutos um comentário à minha postagem:
“A Nota Infeliz”

(Copy/Past) - Repare-se bem nesta prosa constante no Blogue da Companhia de Caçadores 2504 (abstenhamo-nos de comentar o Português)…

A este irói, já não lhe bastava a guerra, como vem agora de novo armado… em Professor Pardal (dando palpites no meu Português).
Tem toda a razão. Corrigindo, devo dizer:
Armado em parvo, procurando sarna para se coçar.

(Copy/Past)  …Se esta narrativa foi feita de forma irrefletida já houve tempo de a corrigir, razão por que é legítimo inferir que ela espelha um pensamento fixo.
Assim sendo, pode ser-se compelido a concluir o quanto de narcisismo exacerbado consubstancia esta passagem que relega para as calendas a camaradagem de guerra cimentada durante a nossa comum vivência em plena juventude e a incompreensível insensibilidade perante a hipótese…
(blá blá blá, blá blá blá)

Termina observando: Será que a septuagenariedade retira clarividência e bom-senso?

Ora o eterno protagonista “olhando-se ao espelho” fala em narcisismo, clarividência e bom-senso.

“Faz-me lembrar  a outra”. Ó filha, Se a queres ofender, Chama-lhe Séria

(Sou agora Eu, que recordo a canção: Deixa-me rir)
++
Quando um dia falei do que escreveu acima entre-parêntesis "relativo ao Meu português” a um seu colega de profissão que o conhece de ginjeira,

O mesmo após rir, observou:
É porque não te esmeras tanto na escrita como ele, quando redigia “à sua maneira” para tramar os colegas de trabalho.

No Nosso Blogue, dado que até à data não existia qualquer filtragem aos comentários, os (Copy/Past) da conversa fiada atrás, estiveram “-NO AR-” uns dias sem darmos por isso.

Não querendo dar palco a baboseiras de quem não tem moral. Quando foi descoberto, resolvemos alterar o procedimento que perdurava há vários anos (desde o início). Lamentávelmente deve sentir-se orgulhoso, pois foi graças a este e outros Lambretas existentes, que agora temos a censura prévia.

Uma “Censura  que nunca chegará ao ponto” de não postarmos histórias enviadas “como parece”, por não agradarem ou as achar inverosímeis.

Termino lembrando a escrita de alguém, “que conhece o Lambreta melhor que Eu” a respeito do não cumprimento do combinado.

(Copy/Past) …Eu já devia saber que fazer acordos com ele é o mesmo que dormir com miúdos: "acorda-se mijado"
Insultá-lo do piorio não o faço, até porque tudo o que Me vem à ideia,
Mais parece elogio.

“Lamentávelmente”
(Quem te viu, e quem te vê)

Parafraseando o Mister
Vales, Bóla


Conforme o andar da carruagem…
Para a gente se rir mais ainda, estou pensando em perder algum tempo para recuperar tudo o que "apaguei" que me foi enviado para ser divulgado no outrora
"Cantinho da 2506".
Desde o sussurro (Nem o pai morre, nem a gente almoça) até à actualidade,
Há muito pano para mangas.
(A ver, vamos)

CAMARADA

Perante tudo o que acabaste de ler, termino dizendo:
(Deus castigue “exemplarmente”, quem não fala verdade)

“FUI”