segunda-feira, 16 de julho de 2018

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Finalmente... Um CARRO

Camaradas:

Se o nosso governo se lembrar um dia, de fazer o mesmo que o de Angola fez, muita malta vai ficar feliz.

No entanto se o critério for o mesmo que este "Tuneza" preconiza, estou tramado.

Um ex-combatente convicto, que a toda a hora ameaça desencavilhar uma granada, para mandar alguém pelos ares.

Ao contrário de alguns que até parece que fizeram a guerra sozinhos; Eu, além de não ter matado ninguém, também não sou associado na Liga dos Antigos Combatentes.

Ri um pouco.



domingo, 1 de julho de 2018

A promessa

Ao contrário de alguns, Eu não brinco em serviço.

Após mais uma incursão
à linda Cidade de Famalicão,
Para novo Convívio* do Pessoal
do meu Curso Industrial.

(Rima e foi verdade)

Cumpro o prometido.
http://ccac2504.blogspot.com/2017/11/mestre-giga-e-o-virar-de-pagina.html


Aqui está a foto do pequeno Quadro (que tinha na casa de Famalicão), que o Furriel GIGA me ofereceu um dia “talvez” no ano de 1975 ou 76.


Para o perpetuar e em sua memória, este quadro fica agora exposto
"em permanência" no altar da 2504, do meu
(BAIXATOLA  BAR)

Local onde "tal como em 2006" terminará o Convívio (2018)
dos GRADUADOS da 2504
que este ano me compete organizar.
Não satisfeito, “também pendurei” uma pequena reprodução que pintei em acrílico, de um quadro a óleo que Ele colocou em destaque "tal como regista um dos meus slides" no Nosso 
PEQUENO BAR
nas instalações do Grafanil.





( GRAFANIL )

Conforme já aqui descrito, este BAR "não existindo" surgiu dentro ao fundo da caserna, graças ao espaço ganho no aperto, que tanto Eu (Pimenta) como o Giga e o Brito nos sujeitamos, empilhando as três camas em Beliche.

Como se vê na foto; Sem portas aldrabas ou fechaduras, nem mesmo um energúmeno a barrar a entrada "como acontece nos dias de hoje", o seu acesso era livre e concorrido.

Cheio de instrumentos do Conjunto POP, raro era o dia em que não houvesse um pouco de música ao vivo, e um reparo do Brito queixando-se  da descida acentuada do nível na sua garrafa de whisky.


O "verso" do quadro servia às vezes, de ecran na projecção de slides.


Como ainda estavamos todos reunidos, desafio algum leitor a contar algo que recorde, vivido neste agradável recanto, que "com poucos dias de Angola" considero ser,
o primeiro BAR da 2504.

Aqui a confirmação da minha pintura, no pequeno filme que se segue.


* Convívio que "após o Restaurante" terminou uma vez mais no BAIXATOLA BAR, desta vez "conforme sugerido na convocatória", com um rodízio de (5) anedotas para cada um.

Sabendo que Comercuzólhos é sempre agradável; Com o comes e bebes misturei alguns efeitos luminosos das minhas xenezices, fruto da pachorra na arte de bem soldar, mas não só.

(Na pequena amostra)

O Pessoal restante mas ainda atento, ouvindo o Amigo Ezequiel "um fiel seguidor do nosso Blogue" no uso da palavra contando mais uma das suas.
Presente, o nosso Professor e Amigo, Paulo Dias Costa 
(Não sei o porquê, mas reparo que a imagem bloqueia quando aparece a concertina que o Furriel Jorge Severino me ofereceu)

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Os Lenços e Medalhas

LENÇOS e MEDALHAS

Esta postagem destina-se exclusivamente a Camaradas da 2504.
É pois vedada a leitura, a qualquer outro.

A fim de punir eventuais prevaricadores, a mesma está armadilhada contendo um vírus capaz de destruir qualquer PC, Tablet ou Telemóvel em poucos segundos. Trojan horses, Barrotes e quejandos, ficam a léguas desta maldade.


Ora como ia dizendo “isto cá pra nós”;
Sabendo que ofendidos, com o simples facto do Merca escrever um dia no Blogue de 2505, algo que dá a entender que (a sua Companhia era a melhor, a mais bem treinada e temida pelo inimigo) zoou-me aos ouvidos que "por causa disso", este seria o último ano que as duas Companhias (2505 <-> 2506)
confraternizavam em conjunto.

Falei disso ao Merca, que respondeu: Lembras-te dos Marretas?


Sim, lembro.
Eu sou melhor que Tu.   Tu não... Sou Eu.
ehehehe

(E do nosso lema, também)
"CONQUISTANDO OS CORAÇÕES SE VENCE A LUTA"

Há mais de sete anos, o Camarada Merca, Furriel de Operações Especiais e Comandante da 1ª secção do 1º grupo de combate da “2505”, escreveu no Blogue da sua Companhia do qual é gestor, um pequeno artigo onde opinava o seguinte:

Provavelmente (digo Eu) o que deixava o inimigo a milhas, seria de facto a “organização” mas não só.
E os lenços bicolores, também deviam intimidar.
--- O ---
No Dange “pelo descrito”, enquanto que uns eram diversas vezes atacados, a 2505 “j’aimé”. Eram respeitados, talvez até, Temidos.

(Não eram bons nem maus, eram diferentes)
“Esta a opinião livre do Merca”

Uma opinião que foi escrita em 19 de maio de 2011, que li, sorri, e nada mais.

Mas nem todos somos iguais.

Há bem pouco tempo, “mais de 7 anos passados” houve da 2506 quem lesse tal postagem, e ficasse super-amofinado com a convicção do Merca.
 etc etc…
 De imediato surgiram esperadas reacções, recordando que:

“Eles sim... Eram os mais melhores”

"Já em Angola” (coisa que não recordo mas acredito), foram designados para irem para a Guiné. Receberam por isso, um treino específico por tropas especiais, onde um dos Grandes-chefes tinha feições de oriental, era possuidor de diversas medalhas, uma até, de resistência à água.

Foi em resumo, o facto que contrapuseram.

PERGUNTO AGORA, que ninguém nos ouve: E nós Camaradas da 2504?

O que nos distingue?
Pelos vistos: NADA

Pensando bem, de facto além de termos cumprido a missão que nos foi confiada, nada recordo de transcendente.

Comparados com o que leio, nós éramos afinal, muito fraquinhos.

E não admira, pois:
Enquanto que uns em Abrantes e Santa Margarida, outros até em Angola, se dedicaram com afinco “como se vê”, à Ordem Unida e não só.
---- xxx ----
Alguns de Nós da 2504 “nos interváis” desperdiçavamos o tempo, na criação de um Conjunto Musical (POP) e demais “artifícios”.

Os (Furriéis, Tacão Monteiro, Giga Coelho, Jorge Severino, Manuel Pimenta, Vitor Santos, Alferes Victor, o Condutor Carlos Couto, e por vezes à guitarra também o Furriel Costa) todos da 2504, passávamos o tempo a decorar músicas e textos, para “alegrar” a moral das tropas.

Conclusão: enquanto uns se esfalfavam, a 2504 brincava em serviço.

Podes ouvir aqui “com alguns cortes”, um resumo resumido do “Espectáculo inaugural”.
Um espectáculo realizado a bordo do UÍGE no 3º dia de viagem, (aberto a convidados, entre os quais "como se ouve" o 1º Cabo Belmiro da 2505), cujo som aproveitei como banda sonora no filme
(Alguns dos MEUS SLIDES).

Talvez por os lenços “da 2504” terem uma só cor
“Como se comprova na minha pessoa”
( QUIBAXE )

 “e como se confirma a páginas 41 do livro”
HISTÓRIA DA UNIDADE

É que (posteriormente) fomos “flagelados” logo no nosso 1º dia, na chegada ao Dange.







Como está de novo em voga, o protagonismo de alguns vagomestres, lembro o Nosso da 2504. Furriel António Machado que pelos vistos também foi muito fraquinho.
Dedicou-se sómente, ao contrário de outros, a cumprir a sua missão.

Sabemos que fez milagres com a escassez das opções culinárias, não se livrando do Hino a Ele dedicado, quando no DANGE abandonamos a

KITONGA. a Casa da Mariquinhas

(Um BAR quase todo construído com tabuinhas, das aduelas de barril)


Recordo que no Dange o Furriel Machado “discriminou-me”, tratando de mim como um Lord. Foi na altura que apanhei uma overdose de paludismo.

Sabendo que Eu andava sem apetite, quase todos os dias tinha à minha espera uma lata “king-size” de salada de frutas em calda. Um Vagomestre,
que normalmente usava uma Walter à cinta, e "como nunca o vi no mato" se usou a G3, não recordo.

(Sabendo que: Cada um, mija com a sua)
 Excluindo o necessário, raramente saía do acampamento, deixando para “os operacionais” as operações, os patrulhamentos, a defesa do Pessoal.

“Um gentleman” distinguindo-se entre outras, na locução da nossa Rádio POP criada no Lucusse pela 2504, conforme já aqui bem descrito no Blogue.

O Machado era também exímio em petiscos. Recordo-o aqui no Puto, mais ainda em Angola. Ele e o velho tabuleiro da lavagem das peças mecânicas que o saudoso Furriel Carvalho (mecânico), lhe cedera.

100% Esterilizado, foi transformado numa bela assadeira, onde algumas cabrinhas do mato eram rodeadas de batatinhas “novas” para se camuflarem, sentindo nas noites frias o confortável calor produzido por uma fonte de ignição qualquer.
Acompanhado do Furriel Almeida “vagomestre da CCS” recordo
o Machado, certa vez atrapalhado*.
(Rima e foi verdade)

Tinham entre mãos um chato problema que o meu grupo lhes criou. Chegamos ao quartel com 6 Gnus (Boi-cavalo) dando credibilidade ao ditado:
Não há fome, que não dê em fartura.




Nas fotos. O Almeida “entre outros” ao lado do Comandante, orientando o Esfolamento de 2 animais.

Ao lado, 4 “animais” aguardando o mesmo destino.



Na operação do içamento, repare-se na prontidão do camarada Vidigal (já falecido), contrastando com a pose "em 1º plano" do camarada Isidro Catarino Nunes 



Já agora: Estes, os Meus instruendos do A.E.A, num CURSO para Graduados “Angolanos”, de MINAS E ARMADILHAS.

Também foram treinados por alguém, que tinha "e tem" uma medalha, mas de Minas e Armadilhas.










(CURSO DE MINAS E ARMADILHAS)
Furriéis e Alferes, do Agrupamento de Engenharia de Angola (Eu, o do lado direito)



O Meu Crachá




À guisa de concurso, Lanço um pouquinho de veneno, Perguntando:



A 2505 não era atacada pelos turras, porquê: Porque eram bem organizados? Porque tinham  lenços bicolores? Ou Porque andavam feitos com o inimigo?

Pergunto mais ainda: E se o inimigo fosse daltónico?





E a 2506 porque foi escolhida para ir para a Guiné?

Por serem os melhores, ou por serem os piores?

Considera-se uma honra, ou um castigo?

 

E a 2504? Porque foi “discriminada”?


Porque andou quase sempre "atrelada" à CCS?



Foi porque não prestava? Ou porque o Comandante "topou" que era a Companhia Operacional “mais capaz”, para lhes defender as costas?



IGNORO

E quem poderia responder, já se foi.





Mas “não sendo advogado de defesa” não ignoro, que o amigo Merca escreveu o que escreveu na melhor das intenções. Tenho quase a certeza que se Ele tivesse tal como Eu, "toupeiras" no Facebook para ler tudo o que foi escrito a respeito, provávelmente já teria reagido em conformidade.







Certa parte desta conversa, fez-me lembrar, a minha juventude.

Morava Eu em NINE - Braga.



Conhecia um velhote (o Sr. Bernardino) que era um grande amigo da pinga.

Raro era o dia, que não andasse com um grão na asa. Aos mais velhos quando o repreendiam, contrapunha irritado:


Oiça lá. O Senhor sabe com quem está a falar?

Saiba o Senhor, que Eu quando estive na tropa, limpei a capoeira das galinhas do Salazar.



Eis também um grande feito. Para este senhor teria sido bem melhor, que tivesse uma medalha, mas de resistência ao vinho.







Umas notas:



- *Uma vez mais, a 2504 estava junta à CCS.

- A manada era grande, e por isso, nada de rajadas. Tudo fugiu, menos estes 6 que nos quiseram acompanhar.

- Tenho na ideia: que por não haver geleiras “para tanto” foi distribuída à população uma grande parte da carne.

- O nosso Camarada Furriel Neves (também da CCS) poderá dar aqui se quiser “e lembrar”, uma achega a esta história.
ooooo

Esta postagem destinava-se exclusivamente aos Camaradas da 2504.

Se por acaso alguém desobedeceu o AVISO inicial, e contaminou a máquina com algum vírus.

Aqui vai uma ajudinha:
Consultem o Professor Mambo (trojan horse)