domingo, 30 de setembro de 2018

32º CONVÍVIO dos GRADUADOS




(Organizado pelo ex-Furriel Pimenta)

Como Anfitrião, uma vez mais o meu BAIXATOLA BAR,
foi um autêntico
Bunker da Guerra.

Vindo directamente de França na sua linda e bem equipada Auto-Caravana, apresentou-se na véspera deste evento o Camarada Furriel Campos com a sua esposa Alice.

Já do lado de cá e para "fazer horas” vaguearam por diversos sítios entre eles a linda terra onde nasci.
(Vila do PINHÃO)
Imobilizaram-se finalmente no parque de estacionamento do meu prédio,
mesmo em frente ao
BAIXATOLA BAR.

*+*
Com a presença deste Operações Especiais a menos de 5 metros da casa, senti-me nessa noite Super-protegido como se estivesse no Dange dentro do Fortim à prova de bala, muito embora tenha descoberto que este Amigo já precise de auriculares.
E porquê? Pergunta o leitor.

Porque como atrás disse, estiveram na França. Segundo sei, numa concentração de
 Auto-Caravanistas.
Quando menos esperava, recebi uma chamada telefónica.

Atendi e ouvi-o dizer:
Acabo mesmo agora de entrar em Portugal.

Ao que respondi: Não faças isso. Volta pra trás. Esta merda de país, não interessa a ninguém.


E como não pertence ao governo, de certeza que não me ouviu
_____

No dia do Convívio mais seguro fiquei, porque “como estava combinado” tive a honra de dar guarida ao casal vindo de Setúbal, Furriel Jorge Severino e sua esposa Leonor.
 Aquartelados nos meus domínios, quis no dia seguinte fazer uma gracinha.

Após um esforço tremendo para acordar cedo, e para os acordar, coloquei o meu telemóvel no parapeito de janela com o som no máximo a tocar a "Alvorada", mas parecendo que errei no toque, permaneceu o silêncio.
Estranhei e descobri que estes não brincam em serviço. Afinal, já estavam sentados na pastelaria EXLIBRIS a poucos metros de distância, tomando o seu pequeno almoço.

Diz o ditado: Se não os podes vencer, junta-te a Eles… E foi o que fiz.

Sabendo que no dia seguinte os meus gostos iam ser escrutinados, aproveitei o facto do Furriel Vítor Santos também ter chegado um dia antes e ser experiente na arte de saborear um bom whiskey, para o convidar a fazer parte na escolha das garrafas de espumante para o evento. (vulgo, Champanhe).

Uma grande responsabilidade, porque sabíamos que ia estar presente o também produtor desse precioso líquido de Anadia (Furriel Alegre), um autêntico escanção que não perdoa.

Sem uma ideia precisa da quantidade necessária, socorri-me da experiência da Melinha que me indicou umas tantas. Graças ao Vítor e ao Campos, não cometi o erro de comprar as indicadas por acharem que pecava por defeito. Assim sendo, comprei por excesso. Foram mais do dobro a ainda bem… 
Restaram apenas duas para contar.

Quase todas diferentes, deram assim para satisfazer os gostos de cada um.

Graças a este controlado “atraso” na compra das ditas, ouvi algumas críticas “construtivas” que mais pareciam falas da minha Rosa Augusta.
(É pá: Grande calma a tua… Deixas tudo para a última)
Ao que, como filho de alentejanos costumo dizer; Tal tá a moenga heim?
Calma, o povo é sereno.

Com quase 12 horas no Frigo-BAR do BAIXATOLA, saíram fresquinhas a estalar.



Mas deixemo-nos de conversa e passemos ao que interessa:

“O NOSSO CONVÍVIO”

Calhou a altura, de o organizar de novo.

Já lá vão 12 anos (2006) que também reuni em Famalicão no meu BAR, esta rapaziada.
Esta, uma das Ofertas a todos os Camaradas presentes nesse Convívio.

Dos barros "Flor da Rosa" são Pratos iguais mas diferentes, (ligeiramente maiores que os comuns) foram feitos e pintados à mão, numa Escola de Cerâmica "existente na altura" na Câmara do Crato.
***************
Um Convívio outrora restrito a Furriéis, que anos depois mais abrangente, se tornou no

“Convívio dos Graduados"
(A organização do anterior  calhou ao Capitão Conde e Silva, o próximo compete ao Alferes Costa)

 “À excepção do Capitão, que desta vez não contou que nesse dia tinha um evento já confirmado” 
Uma vez mais o núcleo duro esteve presente.

O ponto de encontro foi no parque do meu prédio às 12 horas da madrugada.

Responderam à chamada, os seguintes mancebos:*

Furriel Pimenta e a sua Rosa Augusta
Furriel Ascendino e a sua Arminda
Furriel Vítor e a sua Maria Rosa
Furriel Rebelo e a sua Fernanda
Furriel Silva e a sua Albertina
Furriel Alegre e a sua Fátima
Furriel Campos e a sua Alice
Furriel Jorge e a sua Leonor
E mais ainda
(o solteirão ex-seminarista)
Alferes Costa com Deus Nosso Senhor
que nos acompanha para todo o lado.

Quase duas horas depois, partimos para Viatodos (Barcelos) rumo ao Restaurante.

Baseado nos que dizem (Equipa que ganha não se mexe);
Também Eu uma vez mais, “à semelhança do anterior” dirigi o pessoal ao Restaurante Melinha para degustar um lauto e variado almoço.

No início deste e para eternizar o encontro, distribuí aos Camaradas um
( _ACRÓSTICO alusivo ao Convívio no BAIXATOLA BAR_ )
Desejando que a cartolina onde foi impresso, não seja. biodegradável.

Para memória futura, também ficou exposto no meu Altar da 2504.




Uma nota tardia: Que me desculpem os demais, por dizer o que penso.
Filhos e Netos um dia irão ler este Acróstico, e ficarão a saber que o Pai ou Avô pertenceu à 2504,
e que alguém sabendo do que fala, a designou
Valente Companhia.

Só agora depois de o ter distribuído, é que me recordei da reação tardia àquilo que o Merca um dia escreveu.
É pois muito provável que “dada a gravidade da afirmação” surjam outras, mais valentes ainda.
À semelhança do que já tinha acontecido, o bolo alusivo ao Evento bem como o respectivo espumante e seus derivados, foram oferta do BAIXATOLA BAR.
(só que desta vez para a sossega, não houve Sardinhada)

Três dias antes, tinha enviado à Pastelaria, um e-mail com o desenho do emblema e respectivos dizeres, a figurar no Bolo comemorativo.
(Aspecto Inicial do dito)

Regressados do Restaurante e de novo reunidos no BAIXATOLA BAR, quase não ligaram aos jogos existentes, e ao dispor, nomeadamente o electrónico e já conhecido "Setas ao alvo", o “Não me toques” ou das bolas às latas “Derruba-me”.


Caiu por terra, a minha ideia de visitarmos o Museu da Guerra Colonial
no Lago-Discount em Ribeirão

 Ou a Casa de Camilo Castelo Branco, em São Miguel de Seide.

Todo o tempo foi pouco, para recordar a guerra.
Gostei porque gostaram, do novo BAIXATOLA-CINE e de toda a envolvência,
da réplica que fiz em acrílico do quadro a óleo do Giga, das minhas eletrónicas,  etc. e não só.

Como é habitual na 2504, reinou a sã e exemplar Camaradagem
"Jamais beliscada" que nos caracteriza ao longo dos anos.

Ao som da música e debaixo de luzes psicadélicas do BAIXATOLA BAR, destacou-se a energia (usa pilhas Duracell... só pode) do nosso transmissões Vítor Santos, que desta vez não resistiu a dar “com a sua partner” um pezinho de dança.


Com a “delicadeza merecida” falamos de gente que não interessa, cujo saldo me satisfez.



Quais as diferenças "a registar", entre Este e o Convívio de 2006 ?

Eu direi: Algumas.   Nomeadamente, entre outras...

Agora
(ALGUMAS IMAGENS OBTIDAS)



Esta a Tangerineira que viste no filme linda e viçosa uns meses depois,
que por força das circunstâncias foi "abandonada" mas não esquecida.
(Sempre que necessário, é tratada e regada)

Verifico sem surpresa neste entremeio, que a imaginação de alguns é bastante fértil.

Para não darem cabo do miolo, vou dizer o que abaixo tinha escrito que não dizia.

Eis o nome do Camarada mistério:
António Carlos Fernandes da Mota “um Amigo quase de infância” que foi mais um que cumpriu o serviço militar em Angola (de Faca e Garfo) mas este como Cozinheiro, na Companhia 2634 do Batalhão 2844.

Se não o conheces, podes vê-lo cumprindo o castigo de contar umas anedotas no último encontro deste ano (2018) da rapaziada do meu Curso Industrial, que de novo organizei em
Vila Nova de Famalicão.

(2018 - Convívio dos SERRALHEIROS no BAIXATOLA's BAR)


É o que conta a anedota
“Uma Esmolinha para Santo Amaro e uma para as Freiras”

*-*
Em dia de Aniversário do BAIXATOLA, também este Mota foi protagonista, na 2ª parte do último filme do “BONANZA”, que foi exibido no
BAIXATOLA-CINE

Uma nota: - Trata-se do meu cunhado, o Concertinista que aparece no filme a desenferrujar as palhetas.

Outra nota: - A este ritmo "12 anos de intervalo", convoco desde já o Pessoal para novo Convívio no BAIXATOLA, em 2030.

(*)- Todas a justificações dos ausentes foram plausíveis e convincentes, menos a do camarada Daniel Tacão Monteiro, que a grande maioria não entende muito bem. Esperando que tudo seja esclarecido, apresentar-se-á no próximo bem ataviado, e receptivo ao puxão de orelhas a que todos vamos ser sujeitos. (VAMOS NESSA?)

Relacionados: Esteve sempre presente como não podia deixar de ser, o irmão do Gerente do BAIXATOLA,
                              Carlos Pimenta e no acto do corte do bolo, também a esposa Madalena.
- Morando perto e sabendo do evento, apresentou-se o 1º Cabo da nossa Companhia Mário Ribeiro, com a esposa Fátima.
- Uns dias antes tinha recebido a visita de alguém que não digo, pertencente a uma companhia que também não digo.

- No dia do regresso à margem sul, apanhando-me a conduzir, recebi um telefonema do Camarada Amigo Furriel Glória que não contactava há quase 50 anos. Chegado ao BARREIRO liguei-lhe e recordou-me peripécias passadas. Tal como eu, possuía e possuímos, um gravador de bobinas de marcas diferentes, com as mesmas toneladas de músicas daquele tempo, muitas delas gravadas em conjunto no Luso na mesma origem. Ouvi pelo telemóvel um pouco de música deste Saxofonista. Desmentiu afirmações soezes de alguém (QUE NÃO PERDOO) e convidou-me a passar férias nos algarves numa das suas casas, etc etc. Agora na posse do seu nº de telemóvel, atempadamente outras recordações surgirão.


A título de curiosidade
Aqui vai um pequeno vídeo deste Algarvéu marafado



quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Actualizações

CAMARADAS

Prometi a mim mesmo, que um dia quando cá voltar
“após a minha partida para o céu”
a primeira coisa que irei fazer, será aprender melhor isto das informáticas.

Lá porque desde sempre digo que sou portista, podem ficar tranquilos que não é para descobrir novas toupeiras, pois nada tenho contra esses animais que vivem ainda abaixo dos que rastejam. Quem não as devem topar, são “além d’outros” os coelhinhos, uma vez que "autênticos submarinos de periscópio" dão cabo das cenourinhas de que eles tanto gostam.

Quero aprender sim, mas para fazer bonito e bem feito.

É que descobri algo errado. Na tentativa de não esconder nada a ninguém, quis incluir no Youtube os vídeos respeitantes à nossa guerra, que até agora só eram detectados se o leitor navegasse através do blogue para os encontrar.

Ao levar a cabo esta missão, verifico que os mesmos aparecem na lista dos Meus Vídeos, não pela ordem ou data que os criei, mas como se os tivesse “realizado” agora.

Sei que o leitor vai perdoar, pois já descobriu há muito, que as nossas “postagens” surgem naturalmente, sem que haja a preocupação prévia de uma cronologia artificial.

Lhegam quando lhegam, como dizem os espanhóis
(Entre muitos, é só escolher)

Se ainda não descobriu, experimente e verá:
Entrar no Youtube… depois Manuel Pimenta… E carregar na foto redonda azulada



“Os primeiros, são os últimos”
Ou quase.

E é tudo

A partir de "Cancun" me despeço com um forte abraço de amizade.