sexta-feira, 15 de junho de 2018

Os Lenços e Medalhas

LENÇOS e MEDALHAS

Esta postagem destina-se exclusivamente a Camaradas da 2504.
É pois vedada a leitura, a qualquer outro.

A fim de punir eventuais prevaricadores, a mesma está armadilhada contendo um vírus capaz de destruir qualquer PC, Tablet ou Telemóvel em poucos segundos. Trojan horses, Barrotes e quejandos, ficam a léguas desta maldade.


Ora como ia dizendo “isto cá pra nós”;
Sabendo que ofendidos, com o simples facto do Merca escrever um dia no Blogue de 2505, algo que dá a entender que (a sua Companhia era a melhor, a mais bem treinada e talvez temida pelo inimigo) zoou-me aos ouvidos que "por causa disso", este seria o último ano que as duas Companhias (2505 <-> 2506)
confraternizavam em conjunto.

Falei disso ao Merca, que respondeu: Lembras-te dos Marretas?
Eu sou melhor que Tu.   Tu não... Sou Eu.
ehehehe

Sim, lembro.

E o nosso lema?.
"CONQUISTANDO OS CORAÇÕES SE VENCE A LUTA"

Há mais de sete anos, o Camarada Merca, Furriel de Operações Especiais e Comandante da 1ª secção do 1º grupo de combate da “2505”, escreveu no Blogue da sua Companhia do qual é gestor, um pequeno artigo onde opinava o seguinte:

Provavelmente (digo Eu) o que deixava o inimigo a milhas, seria de facto a “organização” mas não só.
E os lenços bicolores, também deviam intimidar.
--- O ---
No Dange “pelo descrito”, enquanto que uns eram diversas vezes atacados, a 2505 “j’aimé”. Eram respeitados, talvez até, Temidos.

(Não eram bons nem maus, eram diferentes)
“Esta a opinião livre do Merca”

Uma opinião que foi escrita em 19 de maio de 2011, que li, sorri, e nada mais.

Mas nem todos somos iguais.

Há bem pouco tempo, “mais de 7 anos passados” houve da 2506 quem lesse tal postagem, e ficasse super-amofinado com a convicção do Merca.
 etc etc…
 De imediato surgiram esperadas reacções, recordando que:

“Eles sim... Eram os mais melhores”

"Já em Angola” (coisa que não recordo mas acredito), foram designados para irem para a Guiné. Receberam por isso, um treino específico por tropas especiais, onde um dos Grandes-chefes tinha feições de oriental, era possuidor de diversas medalhas, uma até, de resistência à água.

Foi em resumo, o facto que contrapuseram.

PERGUNTO AGORA, que ninguém nos ouve: E nós Camaradas da 2504?

O que nos distingue?
Pelos vistos: NADA

Pensando bem, de facto além de termos cumprido a missão que nos foi confiada, nada recordo de transcendente.

Comparados com o que leio, nós éramos afinal, muito fraquinhos.

E não admira, pois:
Enquanto que uns em Abrantes e Santa Margarida, outros até em Angola, se dedicaram com afinco “como se vê”, à Ordem Unida e não só.
---- xxx ----
Alguns de Nós da 2504 “nos interváis” desperdiçavamos o tempo, na criação de um Conjunto Musical (POP) e demais “artifícios”.

Os (Furriéis, Tacão Monteiro, Giga Coelho, Jorge Severino, Manuel Pimenta, Vitor Santos, Alferes Victor, o Condutor Carlos Couto, e por vezes à guitarra também o Furriel Costa) todos da 2504, passávamos o tempo a decorar músicas e textos, para “alegrar” a moral das tropas.

Conclusão: enquanto uns se esfalfavam, a 2504 brincava em serviço.

Podes ouvir aqui “com alguns cortes”, um resumo resumido do “Espectáculo inaugural”.
Um espectáculo realizado a bordo do UÍGE no 3º dia de viagem, (aberto a convidados, entre os quais "como se ouve" o 1º Cabo Belmiro da 2505), cujo som aproveitei como banda sonora no filme
(Alguns dos MEUS SLIDES).

Talvez por os lenços “da 2504” terem uma só cor
“Como se comprova na minha pessoa”
( QUIBAXE )

É que (posteriormente) fomos “flagelados” logo no nosso 1º dia, na chegada ao Dange.

 “Como se confirma a páginas 41 do livro”
HISTÓRIA DA UNIDADE






Como de novo está em voga o protagonismo de alguns vagomestres, lembro o nosso da 2504. Furriel António Machado que pelos vistos foi muito fraquinho.
Dedicou-se sómente, ao contrário de outros, a cumprir a sua missão.

Sabemos que fez milagres com a escassez das opções culinárias, não se livrando do Hino a Ele dedicado, quando no DANGE abandonamos a

KITONGA. a Casa da Mariquinhas

(Um BAR quase todo construído com tabuinhas, de aduelas de barril)


Recordo que no Dange o Furriel Machado “discriminou-me”, tratando de mim como um Lord. Foi na altura que apanhei uma overdose de paludismo.

Sabendo que Eu andava sem apetite, quase todos os dias tinha à minha espera uma lata “king-size” de salada de frutas em calda. Um Vagomestre,
que normalmente usava uma Walter à cinta, e "como nunca o vi no mato" se usou a G3, não recordo.

(Sabendo que: Cada um, mija com a sua)

 Excluindo o necessário, raramente saía do acampamento, deixando para “os operacionais” as operações, os patrulhamentos, a defesa do Pessoal.

“Um gentleman” distinguindo-se entre outras, na locução da nossa Rádio POP criada no Lucusse pela 2504, conforme já aqui bem descrito no Blogue.

O Machado era também exímio em petiscos. Recordo-o aqui no Puto, mais ainda em Angola. Ele e o velho tabuleiro da lavagem das peças mecânicas que o “saudoso” Furriel mecânico Carvalho, lhe cedera.

100% Esterilizado, foi transformado numa bela assadeira, onde algumas cabrinhas do mato eram rodeadas de batatinhas “novas” para se camuflarem, sentindo nas noites frias o confortável calor produzido por uma fonte de ignição qualquer.
Acompanhado” do Furriel Almeida “vagomestre da CCS” recordo o
Machado, certa vez atrapalhado*.
(Rima e foi verdade)

Tinham entre mãos um chato problema que o meu grupo lhes criou. Chegamos ao quartel com 6 Gnus (Boi-cavalo) dando credibilidade ao ditado:
Não há fome, que não dê em fartura.




Nas fotos. O Almeida “entre outros” ao lado do Comandante, orientando o Esfolamento de 2 animais.

Ao lado, 4 “animais” aguardando o mesmo destino.





Já agora: Estes, os Meus instruendos do A.E.A, num CURSO para Graduados “Angolanos”, de MINAS E ARMADILHAS. Também foram treinados por alguém, que tinha "e tem" uma medalha, mas de Minas e Armadilhas.










(CURSO DE MINAS E ARMADILHAS)
Furriéis e Alferes, do Agrupamento de Engenharia de Angola (Eu, o do lado direito)



O Meu Crachá




Lançando um pouquinho de veneno, pergunto:



A 2505 não era atacada pelos turras, porquê: Porque eram bem organizados? Porque tinham  lenços bicolores? Ou Porque andavam feitos com o inimigo?

Pergunto mais ainda: E se o inimigo fosse daltónico?





E a 2506 porque foi escolhida para ir para a Guiné?

Por serem os melhores, ou por serem os piores?

Consideras uma honra, ou um castigo?

 

E a 2504? Porque foi “discriminada”?


Porque andou quase sempre "atrelada" à CCS?



Foi porque não prestava? Ou porque o Comandante "topou" que era a Companhia Operacional “mais capaz”, para lhes defender as costas?



IGNORO

Quem poderia responder, já se foi.





Mas “não sendo advogado de defesa” não ignoro, que o amigo Merca escreveu o que escreveu na melhor das intenções. Tenho quase a certeza que se Ele tivesse tal como Eu, "toupeiras" no Facebook para ler tudo o que foi escrito a respeito, provávelmente teria reagido em conformidade.




Uma parte desta conversa, fez-me lembrar, a minha juventude.
Morava Eu em NINE - Braga.

Conhecia um velhote (o Sr. Bernardino) que era um grande amigo da pinga.
Raro era o dia, que não andasse com um grão na asa. Aos mais velhos quando o repreendiam, contrapunha irritado:

Oiça lá. O Senhor sabe com quem está a falar?
Saiba o Senhor, que Eu quando estive na tropa, limpei a capoeira das galinhas do Salazar.

Eis um grande feito. Para este senhor teria sido bem melhor, que tivesse uma medalha, mas de resistência ao vinho.


Umas notas:

- *Uma vez mais, a 2504 estava junta à CCS.

- A manada era grande, e por isso, nada de rajadas. Tudo fugiu, menos este 6 que nos quiseram acompanhar.

- Tenho na ideia: que por não haver geleiras “para tanto” foi distribuída à população uma grande parte da carne.

- O nosso Camarada Furriel Neves (também da CCS) poderá dar aqui se quiser “e lembrar”, uma achega a esta história.
ooooo

Esta postagem destinava-se exclusivamente aos Camaradas da 2504.

Se por acaso alguém desobedeceu o AVISO inicial, e contaminou a máquina com algum vírus.

Aqui vai uma ajudinha:
Consultem o Professor Mambo (trojan horse)

2 comentários:

  1. Tanta polémica num só post! Não vou colocar isto no Facebook. Porque não iria conseguir controlar as reações. Apanhavas castanhada de todos os lados e nem conseguias ver, depois, quem se lixava era eu ...

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  2. Mudei de ideias! Vou publicar no FB, porque não posso privar os companheiros de factos que também lhes diz respeito ...

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